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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

LINDÓPOLIS, A CIDADE INVADIDA

Olá, amiguinhos.
Sejam bem-vindos ao nosso blog.

Hoje tem uma história divertida, que trata de um 
assunto muito importante, o combate ao mosquito da dengue.
Se dedicarmos 10 minutos de nosso dia, procurando em casa
e no quintal possíveis focos do mosquito,
estaremos livres desta praga.








LINDÓPOLIS, A CIDADE INVADIDA – PARTE 1

      Era final de tarde, quando as crianças brincavam na praça em frente de casa. Era mais um daqueles dias quentes de verão, e os mosquitos estavam atacando.  As meninas, que já não aguentavam mais as picadas, foram as primeiras a correrem para casa. Era uma invasão de mosquitos, e o pior, eram mosquitos da dengue.
       O prefeito Patonildo precisava dar fim na mosquitada que invadiu a cidade, então reuniu toda a população na Praça Central para avisar os cuidados a serem tomados:
       - Povo de lindópolis, tapem as caixas d’água; limpem os quintais; guardem pneus e garrafas, viradas de cabeça pra baixo, em lugar coberto; tirem a água acumulada nas lajes, e coloquem areia nos pratinhos das plantas – Recomendou o prefeito.
       As crianças da Turma do Guaraná assistiam atentas a tudo o que o prefeito dizia, porque eram dicas muito importantes.
       Guaraná disse , então:
       - Prefeito Patonildo, para acabar com os mosquitos da dengue, eu tenho o Valber Wilson.
       O prefeito se admirou com o que o Guaraná dissera, e sussurrou para o seu assessor.
       - Quem é aquele menino que fala?
       - É uma criança da vila.
       - Pois então, pergunte a ele quem é o Valber Wilson,  que acaba com o mosquito da dengue.
       - Menino, quem é Valber Wilson? – perguntou o assessor do prefeito.
      - É este sapo de estimação. Ele come todos os mosquitos da dengue - Respondeu Guaraná, segurando o sapo na mão.
       O prefeito observou o sapo, que era bem feio, combinava com o nome, coçou a cabeça e teve uma idéia brilhante.
       - Povo de lindópolis, tenho a solução para o mosquito da dengue em nossa cidade. Além de todos adotarem as medidas que já recomendei, distribuirei para todas as casas: sapos, rãs e pererecas.
       E assim foi feito. Não havia um quintal que não tivesse os bichinhos saltitantes. Eles se reproduziam rapidamente, e em poucas semanas, havia milhares, milhões de sapos, rãs e pererecas pulando por toda a cidade.

       Os mosquitos da dengue não desapareceram por completo, porém estavam controlados. Depois disso, lindópolis viveu uma nova invasão: de sapos, rãs e pererecas.
       Paulinha, Bolacha, Tampinha e todas as meninas da cidade estavam apavoradas!
       E agora, como resolver este problema?
       O prefeito pediu ajuda a Bolacha, a menina cientista. Bolacha aceitou o desafio, e após pesquisar nos livros e na internet, finalmente encontrou a solução...

  PARTE 2

      Lindópolis havia sido invadida por milhões de sapos, rãs e pererecas, e o prefeito desesperado foi pedir ajuda a Bolacha, que após pesquisar em livros e na internet, finalmente encontrou uma solução. Seria necessário estabelecer o equilíbio ecológico.
Os animais introduzidos na cidade pela prefeitura se reproduziram rapidamente, invandindo todos as praças, lagos, chafarizes e inclusive a sede da prefeitura.
       Bolacha disse ao prefeito Patonildo o que fazer:
       - Eu pensei em cobras, porém seriam perigosas para a população também. Então, traga para a cidade muitas galinhas, porque elas comerão os filhotes de sapos, rãs e pererecas, e assim se fará o equilíbrio.
       E assim foi feito. Não havia um quintal que não tivesse os bichinhos que ciscam.
       As galinhas comiam os sapos, rãs e pererecas, que comiam os mosquitos da dengue. Tudo ia muito bem, até que as galinhas começaram a se reproduzir e ter pintinhos, e mais pintinhos. Logo cresciam e viravam galos ou galinhas...
      Depois disso, Lindópolis viveu uma nova invasão: de galos, galinhas e pintinhos, que se contavam aos milhões. Havia ovos e ninhos de galinhas espalhados por toda a cidade. Os galos eram bravos, e batiam nos homens que tentavam capturá-los. As galinhas bicavam quem se aproximasse de seus filhotes. Era uma guerra, a tentativa frustrada de capturar os galináceos. O prefeito ficou desesperado e gritou “Socorro! É uma invasão!”.  Chegou mesmo a chamar o exército, mas lhe foi negado.
       Com muita luta, os homens capturavam as aves, mas o que fazer com elas?
       Era final de tarde, quando a Turma do Guaraná, preocupada com a invasão dos bichos, se reuniu na praça para buscar a solução.
       Guaraná, que não é bobo, depois de ter prendido a galinha Claragema no galinheiro, disse aos amigos:
       - Só há um jeito de controlar a invasão.
       - Como? – perguntou Pirrixa.
       - Vamos sugerir ao prefeito que capture todas as galinhas e rãs soltas na cidade.
       - Isso já está sendo feito, mas o que fazer com tantos bichos? – perguntou Paulinha.
       - Ora, as galinhas serão assadas nas padarias, e as rãs serão servidas nos restaurantes.
       - E os sapos e pererecas? – perguntou tampinha.
       - Já entendi. Estes cuidarão dos mosquitos, devorando-os todos os dias - concluiu Bolacha.
       - Isso mesmo! – exclamou Guaraná. 

       Foram para a prefeitura conversar com o prefeito, que após ouvir tudo o que lhe disseram, mandou que recolhessem todas as galinhas e rãs da cidade e as entregasse aos cozinheiros.
       E assim foi feito. Não havia uma padaria que não tivesse galinha assada, e nenhum restaurante que não servisse rã à milanesa.
       O prefeito ficou feliz, porque finalmente a vida na cidade voltava ao normal. Então, ofereceu um almoço especial para a Turma do Guaraná. Foi servido de entrada sopa de rã, depois galinha assada e para sobremesa um delicioso pudim de leite - feito com alguns dos milhões de ovos espalhados pela cidade.
       Todos ainda estavam sentados a mesa, quando de repente, pulou um sapo.
       - Calma pessoal, não se assustem! É apenas o Valber Wilson que veio comer um mosquito que pousou na mesa – disse o Guaraná.
       E todos riram.

FIM

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

PIRRIXA, GUARANÁ E A HISTÓRIA DE PESCADOR

Olá, amiguinhos.
Sejam bem-vindos ao nosso blog.
Agradeço a todos os leitores que acompanham a
Turma do Guaraná, que veio para ficar, por isso que são 
"Amigos para sempre". 
Se você gosta da turminha, torne-se membro, divulgue
para seus amigos, e acompanhe  toda semana aventuras 
divertidas.




PIRRIXA , GUARANÁ E A HISTÓRIA DE PESCADOR


       Pirrixa e Guaraná foram pescar na Praia do Silêncio, conhecida por suas águas calmas e transparentes. Ao lado da Pedra do Mamute, forma-se um lago de água do mar, que entra por umas fendas nas rochas, e sai pelo outro lado, onde os peixes filhotes costumam morar. Chegaram lá e foram logo tomar banho. Pirrixa correu na frente e deu um salto de uma pedra, indo cair dentro da água. Guaraná advertiu o amigo:
       - Cuidado Pirrixa, sempre que for pular dentro da água, é bom saber antes se tem profundidade. Senão vai bater nas pedras do fundo e se machucar.
       Guaraná está muito certo em dizer isso, pois muitos acidentes acontecem com crianças e jovens que pulam em águas rasas. Cuidado!
       - Acontece, que já conheço aqui, e sei que é bem fundo – respondeu Pirrixa.
       E ficaram ali tomando banho, apreciando a água que estava com temperatura bem agradável.
       Cansados de nadar e mergulhar, decidiram finalmente que era hora de pescar. Prepararam os anzóis e as iscas e lançaram no lago salgado. Passaram o resto da manhã tentando pescar um peixe, mas nada conseguiram. Os peixes, que eram pequeninos, roubavam as iscas e iam embora. Os meninos não pescaram nada.
       Pirrixa ainda nadava, quando percebeu que a água estava abaixando no lago.
       - Que interessante! Quando chegamos, a água cobria aquelas pedras e agora estão todas aparecendo – disse Pirrixa.
      - Por isso que é sempre bom entrar na água primeiro, sentir a profundidade antes de pular das pedras. Vai que a maré está baixa... – Concluiu Guaraná.
       - É mesmo, você tem toda a razão. Você é um grande amigo, e eu, um grande observador.
       Guaraná, deu uma olhada em volta e disse sorrindo para Pirrixa:
       - Há, há, há! Eu também sou um grande observador. Estou vendo algo se movendo ali nas pedras.
     Guaraná foi andando cuidadosamente sobre as pedras para ver o que era, e para a surpresa dele, era um peixe muito grande, uma anchova bem gorda e saudável encalhada na pedra. O peixe ainda se debatia quando Guaraná o agarrou e disse:
       - Pirrixa, olha aqui o resultado da nossa pescaria: uma bela anchova, que pesquei com a mão.
       - Me dê cá, pois este peixe não pode escapar. É o nosso almoço.

            E Guaraná entregou o peixão ao Pirrixa, dizendo:
       - Lembrei de um ditado popular: “Peixe achado não é pescado, quem encalhou foi relaxado”.
       Os meninos riram e foram embora para casa, felizes da vida, porque Guaraná conseguiu pescar com as mãos uma anchova muito grande, de uns três quilos, que vai dar um belo almoço.

FIM



O CICLO DAS MARÉS

      Existe na natureza um fenômeno conhecido como ciclo das marés, que faz com que o nível da água suba ou desça, em mares e oceanos. O ciclo das marés está relacionado com as fases da Lua, que exerce uma atração gravitacional sobre as águas do nosso planeta. Quando a Lua atrai as águas, gera a maré alta, e quando cessa a atração, gera a maré baixa.


TODA TERÇA E SEXTA TÊM POSTAGEM NOVA.

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Informações: 2636-0012 e 2636-4107  ENTRADA FRANCA

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Até terça, quando trarei uma postagem muito importante.
Um grande abraço a todos.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

BOLACHA E A SUPER MÁQUINA SOPRADORA DE CHICLETES




Olá, queridos leitores.
Sejam bem-vindos.

O carnaval não pára, nem o nosso blog. 
Por isso, hoje temos mais uma historinha divertida e 
surpreendente com a Turma do Guaraná. 

A chuva faz muito bem à natureza, bichos, plantas, e para nós.
Porém, no carnaval só serve para estragar o desfile das escolas
de samba, não é mesmo? 
Ainda bem que em Lindópolis, isso não é problema...





BOLACHA E A SUPER MÁQUINA SOPRADORA DE CHICLETES

       Era mais um dia maravilhoso em lindópolis, a mais linda entre todas as cidades. Haveria naquela tarde o grande desfile das escolas de samba, e tudo estava pronto para receber os foliões. Porém, algo preocupava o prefeito Patonildo: a previsão do tempo era de chuva para aquela tarde, e isto estragaria o desfile.
       Na casa da Bolacha, as meninas, que iriam assistir ao desfile, passaram a manhã terminando as fantasias. Costuravam e aplicavam nas fantasias lantejoulas, plumas e miçangas.
       Estavam quase terminando as fantasias, quando bateram na porta da sala. Era o prefeito Patonildo e o Rei Momo, que conheciam o talento científico da Bolacha e foram pedir ajuda. Dona Creusa abriu a porta e recebeu os visitantes, chamando a filha em seguida. O prefeito queria que Bolacha criasse algo que impedisse a avenida do desfile de ser molhada pela chuva que cairia de tarde.
       - Bom dia, Bolacha. Temos ouvido falar de seus inventos por toda a cidade, e por isso viemos pedir ajuda – disse o Rei Momo.
       - Sabemos que cairá uma chuva hoje de tarde, e isso estragará o desfile das escolas de samba. Por isso viemos aqui pedir a você que crie algum invento que impeça a chuva na avenida - pediu o prefeito.
       - Está bem, senhor Patonildo, irei ao laboratório e buscarei uma solução.
       - Seremos muito gratos, Bolacha. Nós e toda a cidade de Lindópolis. Se precisar de algo, me ligue urgente – o prefeito agradeceu.
       E partiram tranqüilos, pois sabiam quem era a menina cientista, filha do famoso Professor Valdeci Ência, desaparecido quando explorava o Vale tenebroso, em Lindópolis.
       Tampinha e Paulinha mascavam chicletes enquanto olhavam o que Bolacha fazia, quando de repente: “Ploc! Ploc!”. Era o ruído das bolas de chicletes que estouraram. Bolacha olhou para elas e disse:
       - Já achei a solução para a chuva que cairá sobre a avenida.
       Paulinha e Tampinha se olharam, sem entender nada.
       Bolacha observando as bolas feitas com os chicletes teve uma impressionante e magnífica idéia. Montou várias hélices de ventilador a um poderoso motor elétrico. Conectou os fios, ligou a energia e direcionou o vento para uma única saída. Bolacha acabara de criar a “Super Máquina Sopradora de Chicletes”.
       Mas que sabor seria o chiclete? Uva, hortelã ou tutti-frutti? Para as meninas a escolha do sabor era fundamental, pois resultaria na cor da bola gigante... “Coisa de menina”.
       Escolhido o sabor, Bolacha ligou para o prefeito e pediu que comprasse os chicletes para distribuir aos foliões.
       Na Avenida “Mais Que Sapeca aí”, os foliões chegavam, todos mascando os deliciosos chicletes, que depois seriam depositados dentro da Máquina Sopradora. Já abarrotada de chicletes, a máquina que estava no início da avenida, começou a funcionar. Foi soprando, soprando, soprando... Até que formou uma gigantesca bola que cobriu toda a avenida. A bola era cor-de-rosa, sabor Tutti-frutti, sugestão de Paulinha, claro.
       O prefeito e o Rei Momo estavam satisfeitos, porque tinham o apoio de uma grande amiga cientista.

       Na arquibancada, as meninas se divertiam, encantadas com a beleza do desfile. Bolacha pegou na sacolinha alguns chicletes que sobraram, um de cada sabor, e deu às amigas. Estavam felizes da vida assistindo ao desfile e fazendo bolas. “Ploc, Ploc, Ploc!” Fizeram as bolinhas estourando, enquanto do outro lado da bola gigante, a chuva caia sem parar.

FIM­

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Deixo uma tira de quadrinhos e um grande abraço a todos.


TAMPINHA, PAULINHA e BOLACHA




sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

TURMA DO GUARANÁ E O REI MOMO


Olá, queridos leitores.
Sejam bem-vindos ao nosso blog.


Começou o carnaval, a maior festa popular do país.
Peço aos pais que prestem muita atenção às crianças,
colocando etiquetas nas roupas dos pequeninos com endereço
e telefone (ou pulseiras),  para que não se percam, 
e lhes ofereçam bastante líquido.
Depois é só cair na folia, e se divertir muito, mas com consciência.



TURMA DO GUARANÁ E O REI MOMO

       Era mais uma tarde de verão em Lindópolis, a cidade incrível , que estava toda enfeitada para comemorar a festa do Carnaval. A cidade iria apresentar um desfile com os blocos “Vai ou não vai” e “Até que enfim”. Estava tudo pronto, as arquibancadas montadas e o carro de som para animar a festa, que apresentaria o grupo de samba “Ai tô doido”.
       As crianças da Turma do Guaraná adoram o carnaval, tanto que naquele final de tarde, as meninas já estavam fantasiadas: Bolacha, de cigana; Paulinha, de princesa e Tampinha, de havaiana. Pirrixa e Guaraná também já estavam fantasiados para o carnaval, iriam sair de Superomo e Batimão.
       O prefeito Patonildo iria abrir os festejos de carnaval, subindo no palco e apresentando para aos foliões o novo Rei Momo, que receberia a chave da cidade.
       Pirrixa e Guaraná chegaram perto do palco, mas não encontraram as meninas. E agora, que dificuldade seria encontrá-las no meio de tanta gente. Os meninos andavam pra lá e pra cá, mas não as encontraram.
       - Guaraná, veja, aqui tem uma entrada. Se elas não estão aqui fora, só podem estar ali dentro – disse Pirrixa para o amigo.
       - Hóó! Quanta inteligência. É lógico - disse Guaraná.
       - Não foi difícil concluir isso. Veja o que está escrito ali.
       - Ca-ma-rim. Isso mesmo, elas devem estar ali, porque meninas adoram se enfeitar.
      E entraram sorridentes no setor atrás do palco, sem prestar atenção no cartaz que dizia: “proibido a entrada de estranhos”.
       Foram abrindo a porta e viram uma grande sala com espelhos, cadeiras e refletores.
       - Pirrixa, as meninas não estão aqui – disse Guaraná olhando em volta.
       - É mesmo... Mas olhe ali, tem outra porta, que deve ser do banheiro. Devem estar lá.
       - Então vamos esperar aqui sentados.
       De repente, a porta se abriu e entrou um homem gordo, que gritou:
       - Quem são vocês? O que estão fazendo no camarim?
      Os meninos se assustaram e sairam correndo, mas o homem tentou segurá-los, fechando a porta. As crianças cercadas viram uma pequena janela basculante, por onde sairam, e o homem correu atrás, tentando passar pela pequena janela também, porém ficou entalado. Não conseguia sair de jeito nenhum.
      - Esperem, meninos! Não vou fazer mal a vocês, apenas queria que fossem embora do camarim. Me ajudem a sair daqui – gritou o homem.
       - Guaraná, ele ficou entalado - disse Pirrixa.
       - Pobre alma. Vamos ajudá-lo.
       Contornaram o salão e entraram novamente no camarim, se deparando com o pobre homem entalado na pequena janela.
       - Como vamos tirá-lo? - perguntou Pirrixa.
       - Ora, já tive uma idéia brilhante. Me ajude aqui...

       Passado algum tempo, Guaraná e Pirrixa finalmente encontraram as meninas e puderam brincar juntos no carnaval. Era só alegria, confetes e serpentinas.
       No palco, o prefeito apresentou aos foliões o novo Rei Momo, que estava muito honrado por receber a chave da cidade. Então, o prefeito perguntou admirado:
       - E o que faz esta janela em volta da cintura?
       - Faz parte da minha fantasia. Bem original, não acha?
       E todos riram do Rei Momo.
      
FIM


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Até terça, e um abraço a todos.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

TURMA DO GUARANÁ em: COMER OU JOGAR?


Olá, queridos leitores.
Sejam bem-vindos ao nosso blog.
 Espero que curtam e voltem sempre.

Preparei para vocês uma história em quadrinhos muito 
divertida com a turma.


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Deixo para vocês um grande abraço.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

GUARANÁ E O PRIMEIRO DIA DE AULA


Olá, amiguinhos.
Sejam bem-vindos ao nosso blog.

As férias terminaram, e  agora é hora de estudar.
Que este ano seja muito proveitoso para todos os estudantes.


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GUARANÁ E O PRIMEIRO DIA DE AULA

       As férias acabaram, é hora de voltar à escola, que significa aprender mais, rever os amigos, fazer novas amizades, conhecer a nova professora e comer merenda gostosa que a mãe prepara todos os dias. É assim para muitas crianças, porém para o preguiçoso do Guaraná é como um castigo, porque ele não gosta de ir à escola, e ultimamente ele anda até fazendo planos: “É, tenho que fazer alguma coisa para esticar as minhas férias. Ainda estou cansado. Não posso voltar para a escola assim”.
       Naquele instante, em que ele estava perdido em seus pensamentos, a mãe entrou no quarto e falou:
       - Meu filho, apague a luz e vá dormir, pois amanhã será o primeiro dia de aula.
       - Tá, mãezinha, boa noite.
       E a hora chegou. Bem cedo, a mãe do Guaraná entrou no quarto e disse.
       - Guaraná, meu filho, está na hora de levantar.
       - Mãe, acho que não posso ir à escola.
       - Por quê? – Perguntou a mãe.
       - Minha barriga está doendo muito.
       - Meu filho, isso é verdade? Vou ligar para o médico.
       Neste meio tempo, a mãe chamou o médico, que logo chegou com a ambulância. O doutor consultou o menino e disse:
       - É, acho que devemos levá-lo para o hospital. – Então o enfermeiro o colocou na maca e entraram na ambulância a caminho do hospital. Enquanto isso, Guaraná gritava bem alto:
       - Doutor, eu estou bom! Eu menti para não ir à escola!
       - Ele está delirando... - dizia o médico.

       Chegando no hospital, o médico disse que iria operá-lo. Quando finalmente ele estava na mesa de operação, apareceu o médico com um serrote muito grande, e o enfermeiro com uma furadeira na mão.
        Foi então, que para alívio do Guaraná, o despertador tocou: “TRIMMMM!”.               
        Guaraná pulou da cama dizendo:
        - Ai! Que bom que foi só um pesadelo. É melhor eu me arrumar e ir para a escola. - Então ele saiu do quarto correndo, dizendo para sua mãe:


                                                                 
                                                                   FIM

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Amiguinho, até terça. Deixo um grande abraço.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A TURMA DO GUARANÁ E O POVO DAS NUVENS





Olá, queridos leitores.
Sejam bem-vindos ao nosso blog.

As crianças da Turma do Guaraná ainda estão de férias, e aproveitam
cada dia com muita alegria e bom-humor, faça sol ou faça chuva.




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A TURMA DO GUARANÁ E O POVO DAS NUVENS

       O dia estava chuvoso em Lindópolis e as crianças não podiam sair para brincar na praça. Paulinha olhava pela janela e via a água que escorria do telhado da varanda. Pulguinha estava deitada, enrolada feito um caracol, sobre uma almofada. E caia a chuvinha, molhando todas as plantas e flores.
       Pulguinha viu quando um objeto atravessou o céu, indo cair no quintal. Quicou sobre a grama três vezes, finalmente parando perto do jasmim. Paulinha também viu quando a bola caiu, e foi ver de perto o que era.”Que linda, é toda colorida”, disse segurando-a. Saindo da chuva, a menina ligou para os amigos e contou-lhes a novidade. As crianças são vizinhas, e não demorou muito, chegaram na casa de Paulinha para ver a bola celestial.
       Guaraná segurou a bola e examinava, querendo saber para que serviria. Muito esperto e entendido sobre bolas de gude e de futebol, chegou a seguinte conclusão:
       - É uma bola redonda, e serve para brincar! – disse o Guaraná jogando a bola para o alto e aparando na mão. 
     Pirrixa que também é muito esperto, não perdeu tempo. Pegou uma raquete e já estava em posição de receber a primeira tacada de Guaraná, quando Bolacha disse:
       - Não, esperem meninos! Talvez seja um OVNI.
       - Que é isso? Ovo de que? - perguntou tampinha, sempre engraçada.
       - OVNI, foi o que eu disse, que significa: Objeto Voador Não Identificado. Deve ter vindo do céu, além das estrelas.
      - Cruzes! – disse Guaraná largando a bola.
     Quando a bola bateu no chão se abriu em sete partes, como se fosse uma laranja cortada em gomos. As crianças se espantaram, se afastando assustadas, quando de dentro saíram criaturas pequeninas, que cabiam na palma da mão. Cada uma tinha uma cor diferente e brilhante. 

     - Quem são vocês? – perguntou Bolacha. 
     As criaturinhas responderam numa língua estranha, que não se entendia.
       - E agora? Como vamos saber o que eles dizem? - perguntou Pirrixa.
     - Calma pessoal, eu tenho aqui no bolso um aparelho que criei: o Inter Tradutor Esquisitus, que traduzirá tudo o que eles disserem. - respondeu Bolacha.
     E ligou o aparelho. Enquanto os seres coloridos falavam ia aparecendo na tela do aparelho a tradução, e diziam assim:
        - Olá, lindas crianças! Somos o Povo das Nuvens. Nós moramos nas nuvens de Lindópolis, dentro desta casinha redonda. – disse mostrando a bola colorida.
       - E como vieram parar aqui? - perguntou Paulinha.
       - Delicada menina, tem chovido muito, então a nossa nuvem se desmanchou totalmente, provocando a nossa queda, antes de mudarmos para outra. Fomos pegos de surpresa.
       - E agora, como vão voltar? - perguntou Bolacha.
      - Precisamos da ajuda de vocês, pois nossa casa, não tem foguetes propulsores.
       - Já tive uma idéia brilhante! - disse o Guaraná entusiasmado.
     - Então nos ajude, menino do capacete preto. Precisamos retornar logo, porque uma missão nos aguarda. 
       Imaginem vocês, queridos leitores, qual seria a idéia brilhante de Guaraná. Coitado do Povo das Nuvens...
      Ainda chovia fino, quando Guaraná e Pirrixa se uniram para construir nos galhos da goiabeira um estilingue enorme. As meninas trouxeram várias câmeras de ar de bicicleta, e os meninos com muita força, amarram umas as outras, e depois, nos galhos da goiabeira. Estava pronto o estilingue, que seria o propulsor da pequena casa do Povo das Nuvens.
       Então, a criatura violeta disse para Bolacha.
       - Menina de cabelo vermelho, está vendo aquela nuvem perto da Pedra da Mexerica?
       - Sim.
       - Lance-nos para lá, pois ela é grande e irá durar muitos meses.  
       Foi quando a Tampinha perguntou:
       - Só duas perguntinhas, querido Povo das Nuvens. Por que vocês são tão coloridos, e o que fazem lá em cima?
       - Bela menina com dentinhos de metal, ainda chove, mas daqui a pouco vai estiar, então saberá quem somos nós.
       Assim, foi preparada a partida das criaturinhas, que estavam bem protegidas dentro da bola. O elástico foi esticado com muita força pelas crianças. Todos unidos para devolver as criaturas de volta às nuvens.  Quando o elástico estava esticado ao máximo, as crianças soltaram, e viram a bola colorida voar com muita velocidade rasgando os céus de Lindópolis. Mas era muito longe a Pedra da mexerica... Será que o Povo das Nuvens chegou lá? A Turma do Guaraná ficou preocupada.
     Passado alguns minutos, parou de chover, e as crianças ficaram animadas. Lá longe, na Pedra da Mexerica, surgiu então, um belo arco-íris. Podia ser visto de ponta a ponta, colorindo o céu, trazendo esperança aos corações das pessoas que sofreram com as chuvas fortes.
       As crianças sorriram, admiradas com a beleza do arco-íris que tinha sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Então, elas entenderam quem era o Povo das Nuvens.

FIM





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