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sexta-feira, 30 de março de 2012

DOUTOR MORTE E VALTER ROR em: EU QUERO FARINHA!

     Num casarão localizado numa rua sem saída, em cima do morro, moram o cientista maluco Doutor Morte e seu assistente Valter Ror. Doutor Morte, quando jovem, era um importante cientista. Aconteceu que ao envelhecer ficou lelé da cuca. Hoje o cientista maluco está com 127 anos e já não enxerga bem. Pra sua sorte, ele conta com a ajuda de seu sobrinho Valter Ror, que fora criado por ele desde pequeno. 
       Doutor Morte continua fazendo experiências em seu laboratório, mas os resultados não são bons, colocando em risco a segurança e a tranquilidade dos moradores de Lindópolis. O casarão fica muito bem protegido com cerca de arame farpado e com avisos do tipo "Não se aproxime"; "Perigo, cientista maluco". O prefeito já tentou expulsar o cientista dali, porém o casarão é próprio e ele não quer sair, então combinou que não faria mais experiências. Porém, é isso que acontece na escuridão da noite, no casarão encoberto pela neblina. 
        O doutor é um típico nordestino, daqueles que carregam em si todas as tradições. Ele foi criado numa região árida do sertão, e passou por muitas dificuldades quando moço, mas estudou e venceu, se tornando um grande cientista. 
       Veio morar em Lindópolis há alguns anos e trouxe consigo vários costumes típicos de um sertanejo, como por exemplo: ele adora comer sardinhas fritas com farinha e de tomar café.


        Então num desses dias, ele pediu ao seu sobrinho para ir à padaria comprar um pacote de farinha de mandioca. Valter foi logo, e chegando lá pediu ao português da padaria que respondeu "saindo um pacote de farinha, para o amigo". Valter voltou para o casarão todo satisfeito, certo de que agradaria o doutor. Chegando em casa, entregou o pacote de farinha a ele que logo reclamou:
        - Valter, você é um estúpido! Como traz este pacote de farinha pra mim?
        - Não era esta farinha que o senhor queria?
        - Claro que não, seu idiota! Gritou o doutor.
        Em  seguida, ele jogou o pacote de farinha no sobrinho.
        - Puxa, estou todo branco, sujo de farinha. Que desperdício, doutor. Com esta farinha o senhor poderia fazer uma deliciosa farofa.
      - Mas não era esta farinha que eu queria. Volte na padaria e traga um pacote de farinha de mandioca, que é pra eu comer com meu peixe. - Reclamou o doutor.
        Então Valter olhou para o pacote da farinha e leu: "FARINHA DE TRIGO O SORTUDO".

FIM
     


T
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terça-feira, 27 de março de 2012

CLARAGEMA E A GRANDE ENCHENTE

Oi, queridos leitores.
Hoje postei uma história com a Claragema, a galinha sabida, que é personagem importante na Turma do Guaraná. Ela é muito corajosa e vive grandes confusões junto com seus amigos do galinheiro, que hoje passa por grande perigo.
Boa leitura!

CLARAGEMA E A GRANDE ENCHENTE
       Era de manhã, bem cedo, e o sol estava nascendo. A galinha Claragema estava preocupada porque estava na época das chuvas, e o campo costumava alagar.  E lá vinha mais Chuva, que caia ferozmente, acompanhada por ventos fortes. Os bichos estavam assustados pois temiam os alagamentos.
       Claragema e todos os moradores do galinheiro observaram quando a água subia devagarinho. Então Claragema teve uma idéia brilhante, e convidou todos para construirem uma arca bem grande. Para isso usaram tábuas, um martelo e muitos pregos. A arca era coberta e havia reserva de milho e ração. Água eles não precisariam carregar dentro da arca, mas pelo contrário, a água é que os carregaria, pois haveria bastante do lado de fora.
       E lá vinha a enchente. A água subia devagarinho. Os bichos estavam felizes porque sentiam-se protegidos dentro da arca. Havia patos, marrecos, codornas, gansos, galinhas e galos. Havia também um casal de perus e uma família inteira de galinhas-d’angolas, com os pais e seus doze filhos.
       E lá vinha a água que subia devagarinho. Passado uma hora já havia água suficiente para levantar e fazer a arca flutuar. O galinheiro que ficou para trás, já estava alagado. Claragema estava orgulhosa porque tivera esta idéia. Imagine se os bichos não tivessem construído a arca, naquela hora estariam encharcados. Muito bom para os patos, gansos e marrecos, que sabem nadar, mas para as galinhas, perus e codornas seriam um sofrimento e poderiam até morrer, pobrezinhos.


       Conforme a arca ia flutuando, passava por diversos lugares, carregada pela branda correnteza. Havia muitos bichos que tentavam escapar da enchente, então os bichos da arca iam resgatando alguns amigos: um casal de preás, que já estavam cansados de nadar, foram bem recebidos pela turma, e ganharam, inclusive, um pote com deliciosa ração. Uma ariranha cansada e abatida foi socorrida, e mais na frente um quero-quero com seus filhotes, que não sabiam voar, flutuavam sem destino. Também foi resgatada da água uma cobra Jibóia, mas antes de entrar prometeu que iria comportar-se e não comer ninguém. Mais adiante, apareceu o temível gambá, que já estava por desmaiar de tanto cansaço. Claragema estendeu-lhe a asa, e antes de puxá-lo fez prometer não comer ninguém.
       O galo estava de olho na jibóia e no gambá, comedores de galinhas. E lá se foi a arca vagando ao sabor da correnteza.


       Aconteceu que não satisfeitos pela gentileza oferecida pelos donos da arca, a jibóia e o gambá resolveram se juntar, e tramaram um plano para devorar os doze filhotes da galinha d’angola.
       Era entardecer quando Claragema soube da trama dos dois traidores. De longe a arca bonita, ainda se refletia na água com os últimos raios de luz do sol. A arca formava, vista de longe, uma bela silhueta negra.


 Atrás da arca o sol estava se pondo, e apareceu no céu colorido pelas nuvens dois bichos que voavam alto, para bem longe da arca. Não era pássaro, nem morcego, mas o gambá e a jibóia que foram expulsos por tentarem comer as crianças do casal de galinhas d’angola. As crianças ficaram bem, foi só um susto.
       Passada toda uma noite agradável, com muito bate-papo ao som de bandolins tocados pelos marrecos, os bichos observaram que a água abaixava cada vez mais.
       De manhã, o sol já apontava atrás da Pedra da Mexerica, e podia ser visto os primeiros raios. A água tinha abaixado bastante, não havia mais correnteza e os patos foram nadar. Logo saíram os preás, a ariranha, e o quero-quero encontrou um lugar alto e seco para cuidar de suas crianças. Claragema saiu, acompanhada de suas amigas. Os galos, a família de galinhas d’angola e as pequeninas codornas saíram também.
       O vale da Pedra da Mexerica é um reservatório natural das águas da chuva que vem se acomodar ali, causando todo o ano a enchente. Os bichos aprenderam que não podem construir o galinheiro em lugar baixo, por isso escolheram um monte alto para começar uma nova vida, livre das enchentes.
       Claragema e seus amigos viveram felizes em sua nova casa.

FIM

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Até sexta, quando trarei mais historinhas divertidas com a Turma do Guaraná. Grande abraço.
Paulo Alves

sexta-feira, 23 de março de 2012

GUARANÁ E A REVOLTA DOS CARANGUEJOS - parte 2



GUARANÁ E A REVOLTA DOS CARANGUEJOS – parte 2

       Eis que de repente, apareceu atrás dos meninos o Urso Azul, o protetor das matas e dos manguezais também. O Urso Azul é o guardião da Floresta Secreta e não gosta de pessoas que vão ali para perseguir seus amigos caranguejos.
       - Olá, meninos. – disse o urso.
       - Oi, Urso Azul. Estão pegando todos os caranguejos do manguezal. – denunciou Pirrixa.
       - Desse jeito não vai sobrar nenhum. Veja, os sacos estão abarrotados! – disse Guaraná.
       - Eu sei meninos. Estou mesmo ouvindo os gritos dos caranguejos pedindo socorro.
       - Está ouvindo os gritos? Mas caranguejos gritam? – perguntou Guaraná.
       - Claro que sim, mas é baixinho. Somente eu, que sou um urso, posso ouvir. Só há um jeito de salvá-los.
       E dizendo isso, o urso se abaixou e começou a fazer uns sons esquisitos com a boca.
       - O que ele está fazendo? – perguntou Pirrixa.
       - Deve estar falando com os caranguejos. – respondeu Guaraná.
       O urso estava chamando o caranguejo chefe para comandar uma revolta no mangue. Logo saiu da toca um caranguejo enorme, com mais ou menos 30 centímetros. Saiu e conversava com o Urso Azul. Depois o caranguejão deu umas voltas pelo manguezal, batendo forte as patas no chão. O trepidar do chão era um chamado aos caranguejos para saírem das tocas. Os catadores se assustaram com o barulho das pancadas no chão, e mais ainda quando viram saírem das tocas muitos caranguejos. Os caçadores nunca tinham visto tantos caranguejos reunidos. Centenas, e alguns pulavam em cima deles, beliscando. Saíram correndo, largando para trás todos os sacos com caranguejos.


       - Tomara que nunca mais voltem! – disse o Urso Azul para as crianças.
       O caranguejão voltou para sua toca para descansar, e os outros também.
     - Que bom, que os catadores foram embora. Vamos soltar os caranguejos que estão aprisionados.
      E todos foram soltos no manguezal.
       Os meninos já iam embora, quando o Urso Azul os chamou.
       - Esperem, e esses aí na sacolinha?
       - Vamos levá-los para o almoço. - respondeu Guaraná.
       - Não pode, menino de capacete. Eles estão gritando pedindo socorro. Posso ouvir.
       E Guaraná contrariado soltou os caranguejos no manguezal.
       Os meninos se despediram do Urso Azul, e foram embora para casa, pois já era hora do almoço e estavam mortos de fome.
     - Puxa, desta vez o Urso Azul foi radical. Não deixou trazermos nenhum caranguejo. – reclamou Pirrixa.
        Acabou de falar isso e Guaraná começou a se contorcer todo.
        - Que está acontecendo com você? Está tendo um piripaque?  – perguntou Pirrixa.
        - Ai, ui! Nem tudo está perdido, amigo...
        E Guaraná tirou de dentro do calção um caranguejo, que se mexia ferozmente. Segurou-o com cuidado dizendo:
        - Este vai dar uma deliciosa sopa de caranguejo.
        E foram rindo, seguindo o caminho de casa.

FIM

Para ler a parte 1 desta historinha, clique aqui

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GUARANÁ, O PINTOR.



terça-feira, 20 de março de 2012

GUARANÁ E A REVOLTA DOS CARANGUEJOS - parte 1







Olá, queridos leitores.

Hoje teremos uma aventura com
Guaraná e Pirrixa contada em duas partes...









GUARANÁ E A REVOLTA DOS CARANGUEJOS – parte 1

        Guaraná levantou da cama e abriu a janela, deixando que os raios do sol entrassem no quarto. Era um dia ideal para viver mais uma aventura, até porque era sábado e ele não tinha que ir à escola.
       - Oba! Acho que vou chamar meu amigo Pirrixa e vamos para o manguezal. – falou Guaraná, pensando alto.
       O manguezal ficava perto do Lago Doce. Os manguezais são terrenos alagadiços perto de lagos, e eles adoravam ir até lá para pegar caranguejos, decápodes que vivem escondidos em buracos na terra. Foi correndo até a casa de Pirrixa e se aprontaram para ir. Os meninos carregaram uma sacolinha, que pretendiam encher de caranguejos, e garantir um delicioso almoço.
       Chegando lá, primeiro foram tomar um copo de suco de mexerica do Lago Doce. Desta vez, Pirrixa não incomodou as abelhas. Deixou-as quietas que é para não ter que sair correndo novamente. Depois caminharam por uma trilha, cheia de mato com espinhos, plantas carnívoras e muitos mistérios. O maior perigo era se deparar com alguma cobra venenosa, mas tudo correu bem, e após meia hora de caminhada chegaram, finalmente, no manguezal. O lugar era sinistro. Uma fina névoa cobria o local, mas os meninos pareciam nem estar ligando para isso. Guaraná olhou em volta para localizar os buracos, onde provavelmente teria caranguejos. Olhando bem de perto viram um escondido bem no fundo de uma toca.  Guaraná preparou a armadilha, que era uma trama de finas tiras de plástico sujas de barro, amarradas em dois gravetos fincados na entrada da toca. Quando o caranguejo saía, não percebia a presença da armadilha e embolava as patas na trama, podendo assim ser capturado facilmente. “Que coragem pegar o carangueijo com a mão!” – Admirou-se Pirrixa ao ver o amigo tirando o caranguejo da armadilha. Guaraná sabia muito bem pegar caranguejos, porque o pai lhe ensinara desde pequeno. Pegaram meia dúzia deles, e já estavam satisfeitos,
porque sabiam que mais do que isso é prejudicial para o ciclo de vida do animal. De repente, ouviram um barulho.
       - Caraca! Está vindo alguém no manguezal! - falou Guaraná para o amigo.
       - Quem será? – perguntou Pirrixa
       - Não sei. - respondeu Guaraná.
       - Vamos nos esconder. Podem ser perigosos.

       Aproximava-se pelo manguezal dois homens catadores de caranguejos. Eram Dalvo e Valdo que pegavam os caranguejos para vender nos restaurantes da cidade.
       A caça predatória é aquela feita de forma descontrolada, sem distinção, capturando caranguejos fêmeas que estão reproduzindo, jovens e pequenos demais, assim reduzindo a população e comprometendo a existência dos bichos. Era justamente o que eles estavam fazendo. Porém, eles não capturavam os caranguejos de forma já conhecida, mas usavam uma mão mecânica que retirava os bichos dos buracos. Assim encheram várias sacolas rapidamente. Os meninos observavam tudo escondidos atrás de um capinzal. Tinham capturado mais de duzentos caranguejos, e os meninos não estava achando isso certo.
       - E agora, como vamos salvar os caranguejos? - perguntou Pirrixa.
       Guaraná coçou a cabeça, sem saber a resposta. O que duas indefesas crianças poderiam fazer para deter os catadores de caranguejos? E ficaram ali, escondidos atrás do arbusto, esperando por alguém que pudesse salvar os pobres bichinhos.

                                                                       . . .


Para ler a parte 2 desta historinha, clique aqui.
Até lá, e um grande abraço.



sexta-feira, 16 de março de 2012

PAULINHA E O DESFILE DE BONECAS

      Olá, amiguinhos. 
As crianças da Turma do Guaraná estão vivendo um momento muito especial, porque hoje completa 6 meses que o blog está funcionando. Durante este tempo tenho apresentado para vocês o dia a dia da turminha em Lindópolis.
Eles ainda viverão muitas aventuras emocionantes.
Parabéns à Turma do Guaraná, amigos para sempre!




Paulo Alves









PAULINHA E O GRANDE DESFILE DE BONECAS

     Em Lindópolis, a cidade incrível, todo ano acontece um evento muito interessante para as meninas. Trata-se do grande desfile de bonecas na passarela do shopping Lindópolis. O evento é organizado por uma grande grife que tem várias lojas espalhadas pela cidade. A estilista da grife é conhecida por seus modelos exclusivos e inovadores.
       Este ano, Paulinha, que tem grande vocação para estilista, vai participar, e lógico que sua modelo será a boneca Ritinha, e vai fazer de tudo para ganhar o concurso.
       Ritinha, a boneca faceira, quando soube do desfile ficou muito feliz, porque estaria na passarela com sua grande amiga Paulinha, num desfile onde a grande estrela seria ela.
       Paulinha se inscreveu no concurso e teria uma semana para preparar o vestido da boneca. Depois de desenhar o modelo do vestido foi com sua mãe nas lojas de tecidos e aviamentos para comprar todo o material necessário para a confecção: Comprou um metro de cetim lilás, linhas, botões, fitas e rendas. Chegando em casa, cortou o tecido, as fitas, e preparou um lindo vestido lilás para a boneca. Ritinha olhava todos os preparativos e já se imaginava no desfile.
       Passado alguns dias e o vestido ficou pronto. A boneca o experimentou, e após alguns ajustes ficou com caimento perfeito. Agora era só aguardar o grande dia para o desfile.
       Acontece que, ali próximo da casa da Paulinha vivia uma família de ratinhos. A ratinha adolescente Zizi, estava a par dos acontecimentos e gostaria muito de ir ao desfile também. Mas como? Primeiro que Zizi não era boneca, mas uma ratinha camponesa, que tinha cinco irmãos mais novos para cuidar. Ajudava sua mãe na colheita de grãos de aveia e no preparativo de mingau para os irmãos. Então Zizi decidiu que pegaria o vestido que Paulinha preparou para a boneca. Chegando de noitinha, ela entrou pela janela do quarto e foi direto na estante, onde tinha uma caixa que guardava o vestido. Pegou o vestido e levou para casa. Paulinha que acordara com o barulho da rata, viu tudo.
       - Ei, volte aqui com este vestido. Não é seu! – gritou Paulinha para a rata.
       E lá se foi todo o trabalho da menina para o brejo, ou melhor, para o campo, pois era onde Zizi e sua família moravam.
       No dia seguinte Paulinha foi até lá, na casa da Zizi para reaver o vestido. Viu uma casinha de madeira pequenina e logo Zizi saiu na porta com o vestido dobrado na mão. Aconteceu que sua mãe descobriu o fato, e brigou com ela por pegar algo que não lhe pertencia. Arrependida, a ratinha devolveu o vestido para Paulinha, que ao segura-lo viu uma lágrima escorrendo dos olhos azuis de Zizi. Triste, a ratinha pediu desculpas, prometeu nunca mais pegar as coisas dos outros sem autorização, e virando-se de costas, entrou e fechou a porta. Paulinha, segurando o vestido nas mãos, pensou na pobre ratinha que não tinha um vestido novo para usar. Então teve uma idéia que a deixaria feliz. Convidou sua amiga Tampinha para ajudá-la num plano.
       Correu para casa e desenhou um novo modelo, pegou o tecido, as linhas e fitas e preparou um vestido novinho para Zizi. Paulinha viu que a ratinha estava arrependida, e resolveu dar-lhe este presente.

       Finalmente chegou o dia do grande desfile das bonecas no Shopping Lindópolis. As meninas com suas bonecas brilhavam na passarela. Elas vinham, na passarela com as bonecas nas mãos, exibindo-as para o público, que aplaudia muito. E lá vinha a Paulinha, toda bonita com sua boneca Ritinha, que usava um lindo vestido lilás. Todos aplaudiam o modelo que ela criou, e a boneca Ritinha não se segurava de tanta emoção. Tampinha estava lá assistindo, e tinha nas mãos a ratinha Zizi, que usava um vestido vermelho enfeitado com laços e rendas. Zizi estava muito feliz porque ganhou um vestido novo e realizou seu sonho de assistir a um desfile de bonecas, onde todas brilhavam sob as luzes dos “flashes”.

FIM



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PAULINHA E GUARANÁ

Até terça, quando trarei mais novidades com a Turma do Guaraná. Um grande abraço.

segunda-feira, 12 de março de 2012

BOLACHA E A PLANTA CARNÍVORA

      Olá, amiguinhos. 
Obrigado por mais esta visita ao blog.
O nosso planeta Terra é muito bonito, é a nossa casa, onde moramos e interagimos com os outros seres vivos. Devemos proteger e cuidar da natureza, dos animais e plantas, porque deles precisamos. Não se esqueça de quando for  passear, seja na praia, campo ou cachoeira; de recolher todo o lixo e depositá-lo na lixeira.
Em homenagem a natureza, escrevi esta história divertida com a Bolacha. 

Paulo Alves






BOLACHA E A PLANTA CARNÍVORA

       O Jardim de Bolacha tem muitas espécies de plantas, com flores lindas. Tem margarida, crisântemo, gardênia, violeta, rosa, orquídea, jasmim e outras tantas. Ela adora plantas, e para mantê-las bonitas tem vários cuidados. O orgulho maior do jardim é o pé de acerola, que todo ano produz frutos vermelhos, adocicados e levemente azedos. São tão grandes que lembram pequenas maçãs vermelhas.
       Uma vez, aconteceu que Bolacha e toda a turma foram visitar o Lago Doce – aquele que contém suco de mexerica que escorre lá do alto da Pedra. Ela bateu um papo com o Urso Azul, o guardião da Floresta Secreta. Ele soube que ela adorava plantas, e deu-lhe de presente um belo espécime de planta carnívora. Bolacha ficou muito feliz, pois tinha mesmo grande curiosidade de conhecer uma destas plantas que comem insetos. Ela levou a planta para casa e pesquisou em vários livros, e também na internet para saber mais.
       - Você vai ficar aqui, comedora de insetos. – disse Bolacha à plantinha, colocando-a próxima a acerola.     
       Ela conversava com as plantas, como fazem várias pessoas amantes destas criaturinhas verdes. As pessoas acreditam que as plantas ouvem o que se diz, e que têm sentimentos, como os animais. Eu acredito nisso também, porque são seres vivos, e precisam não somente de água, luz e minerais, mais de cuidados e carinho, e respondem a tudo isso se tornando viçosas, produzindo belas flores e frutos deliciosos. Que planta não gosta de uma água caindo sobre suas folhas, sol pela manhã e uma sombra a tarde?
       Bolacha acordava bem cedo para regar as plantas, e ficava observando a mais nova moradora do jardim. Estava orgulhosa de ter ali, no jardim, planta tão exótica. Viu quando aproximou uma abelha,  que pousou sobre ela para sugar o néctar. A planta carnívora fechou-se subitamente, aprisionando em seu interior o pobre inseto. A planta era gulosa e comia várias abelhas, vespas e outros bichinhos voadores que nela pousassem.
       Passado alguns meses, aconteceu algo inesperado no jardim. O pé de acerola, que produzia frutos o ano inteiro, parou de produzir. Bolacha ficou confusa com aquilo, mas não demorou muito, achou a resposta: As abelhas e vespas, sugadoras de néctar das delicadas flores da acerola, estavam sendo devorados pela gulosa do pedaço, a planta carnívora.
        Os insetos pousavam nas flores da acerola, polinizavam, e após isso crescia o fruto. Isso não estava mais acontecendo.

        - Hummm, o que vou fazer com você, comedora de insetos? – perguntou Bolacha à planta.
       Um dia, a mãe a chamou para almoçar, e conversaram:
       - Bolacha, venha almoçar.
       - Caramba, quantas moscas têm por aqui na cozinha. – disse Bolacha à mãe.
       - Pois é, filha. A cozinha está limpa, pois nós a mantemos assim. – respondeu Dona Creusa.
       - Eu sei por que tem tantas moscas. É por causa das lixeiras da vizinhança, que não são tampadas.
       - É por isso mesmo filha. A gente tampa o lixo aqui, mas os vizinhos não cuida, aí as moscas proliferam e vêm pra cá.  O jeito é comprar um remédio para elas. – concluiu a mãe.
       - Não, mãe. Remédio não, veneno. – disse Bolacha, sorrindo para a mãe.
       Foi quando, Bolacha, num momento incrível de raciocínio e inteligência, teve uma idéia brilhante.
       - Mãe, já sei como resolver o caso do pé de acerola.
       - Como, filha?
       - A senhora já vai saber. – Respondeu para a mãe, correndo para o jardim.
       Pegou a planta carnívora, e trouxe para a cozinha. Colocou-a com seu vaso na janela, perto da pia. A mãe ficou curiosa, e não entendeu o porquê da mudança. Mas aconteceu que uma mosca pousou nela, para lamber o líquido adocicado em seu interior, e foi imediatamente aprisionada e devorada.
       - Viu? Nem precisou usar veneno. A planta carnívora vai devorar todas as moscas da cozinha – disse Bolacha para a mãe.
       - Filha, que idéia brilhante! – disse Dona Creusa admirada.
       - Agora não haverá tantas moscas na cozinha, e o pé de acerola voltará a produzir.
       - Que bom, meu amor. Por falar nisso, você aceita um suco de acerola?
       - Claro que sim, mãe. Adoooro!
       E dona Creusa serviu suco de acerola, mas antes de beber, um brinde para comemorar a vitória. Sorriram e tomaram o suco delicioso, bem gelado.

FIM

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PLANTA CARNÍVORA
Apesar do nome, as plantas carnívoras se alimentam de insetos, como besouros, borboletas e gafanhotos. Somente uma espécie se alimenta de carne: a Nepenthes Rajah, que existe na Indonésia. Ela é grande e pode devorar passarinhos, lagartos e sapos.
Estas plantas atraem suas presas com o perfume do seu néctar, substância adocicada encontrada no interior dela, onde o inseto é envolvido por um líquido digestivo.
As plantas carnívoras necessitam deste complemento alimentar para sobreviver, e devido a degradação do meio ambiente onde vivem, estão em processo de extinção.


Nephentes Wrigleyana
 Nephentes Rajah





                                                       



sexta-feira, 9 de março de 2012

PIRRIXA E UMA AVENTURA NA ROÇA


      Olá, amiguinhos. 
Sejam bem-vindos ao blog da Turma do Guaraná.
O blog foi criado em 16 de setembro de 2011, fiz a primeira postagem, e após isso,  ficou parado 38 dias, porque eu esqueci qual era a senha de acesso. Eu não entendia nada de blogs
No começo,  eu não sabia bem o que iria escrever nele, nem para que serviria. . .
No final de outubro fiz a segunda postagem, e alguns amigos gostaram e comentaram.
A partir daí, descobri que o blog serviria para escrever histórias divertidas para as pessoas lerem. E não parei mais. 
Toda semana escrevo e desenho para vocês. 
Esta foi a forma que encontrei para fazer as pessoas sorrirem.
Agora, é só ler a próxima história e se divertir.

Paulo Alves



PIRRIXA E UMA AVENTURA NA ROÇA.

       Pirrixa e a sua irmã Paulinha foram com os pais para a cidade de Cochicho-Xôxo, visitar a vovó Toinha, que estava cheia de saudades. Foi uma viagem muito legal, com belas paisagens na estrada e uma parada para o almoço. Pirrixa e Paulinha gostavam de tudo o que viam e estavam muito felizes, porque iriam encontrar a vovó, que há muito tempo não viam.
       Após várias horas de viagem na rodovia, finalmente chegaram em uma estrada de chão, que daria no “Sítio Luar de Prata”, onde morava vovó Toinha. Era uma estrada de chão esburacada, tanto que o ônibus descia lá no fundo, e depois subia... Parecia morros no meio da estrada, gerando solavancos todo instante. De vez em quando surgiam verdadeiras lagoas ocupando toda a largura da via, e eram muito compridas. Que engraçado, acho que já conheço um lugar assim, e você, querido leitor?
       Vovó Toinha, que tinha 105 anos, era forte, e ainda cortava lenha com o machado para o fogão. Ela já esperava por eles, que saltaram do ônibus em frente a porteira. Os meninos entraram e correram para os braços da vovó. Quanta alegria naquele finalzinho de tarde. Após vários abraços apertados e muitos beijos, todos fizeram um lanche delicioso com pão de queijo e bolo de milho, colhido ali mesmo no sítio.
       O sítio era bonito e espaçoso, e Pirrixa ficou imaginando quantas travessuras faria por ali. Já era de noite, e os pais de Pirrixa, fizeram uma fogueira para ficar conversando em volta, enquanto assavam no espeto deliciosas batatas-doces.
       O dia amanheceu ensolarado, e ainda era muito cedo, quando a vovó Toinha foi pegar água no poço. Ele era bem largo, tinha boa profundidade, uns 10 metros, e todo feito com tijolos maciços.
       Pirrixa já estava acordando, quando ouviu uns gritos lá fora. Ficou assustado, pois parecia serem de vovó Toinha. Correu para ver o que era.  Conhecia bem o sítio, e lá fora ficou em silêncio para ouvir de que direção vinha os gritos.
       - Socorro! – era vovó quem gritava.
       - Onde a Senhora está? – perguntou Pirrixa.
       - Aqui, no poço.
       Foi quando Pirrixa correu para o poço para saber o que aconteceu com ela.
       - Não estou te vendo, vovó. Onde você está?
       - Estou aqui no poço.
       - Mas eu estou perto do poço e não te vejo.
       Foi então que passou pela cabeça de Pirrixa: “Será que a vovó, passou dessa pra melhor, e virou um fantasma?”
       - Meu neto, cabeça de vento... eu estou aqui. – disse a vovó.
       - Onde?
       - Estou dentro do poço.
       Pirrixa, olhou para dentro do poço, e a alguns metros estava a vovó, parecida com uma aranha gigante, com as pernas e braços esticados, se apoiando na parede do poço, para não cair mais fundo.
       - Por que não pega a água com balde? É mais fácil do que entrar aí...
       - Mas eu não entrei, meu neto, eu caí! - gritou vovó e ao mesmo tempo pensou: “Que burro!”
       - Haa, tá bom, pensei que tivesse ido aí dentro para pegar água, porque o balde está aí dentro também.
       - É que ele caiu junto comigo. Fui pegar a água, desci um balde com a corda e me debrucei no poço. Eu debrucei demais, e caí.
       E assim, Pirrixa e vovó Toinha, ficaram ali proseando. Pirrixa em volta do poço e a vovó lá dentro apoiada na parede. Meia hora depois:
       - Vou jogar uma corda pra senhora. Segure firme! – disse Pirrixa.
       Logo apareceu Dona Juju e o Senhor João, que deram uma força no resgate dela. Ainda bem que vovó era magrinha e foi fácil puxá-la. Ela estava bem e não sofreu nenhum arranhão. Que bom.

       Depois do susto, vovó deu um beijo no neto que a socorreu, e outro em Paulinha, para não ficar com ciúmes. Pirrixa pegou um pouco de água no poço, enquanto Dona Juju preparava um café da manhã especial em homenagem a mãe, que depois do acontecimento, foi como se tivesse nascido de novo, aos 105 anos de idade. Todos ficaram felizes, e curtiram mais um dia maravilhoso no Sítio Luar de Prata.

FIM
        

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PIRRIXA E GUARANÁ

quinta-feira, 8 de março de 2012

08 DE MARÇO, DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Olá, queridos leitores.
O blog  é acessado todos os dias por muitas mulheres que se divertem lendo as historinhas da Turma do Guaraná.

Hoje é um dia muito especial para vocês, e eu não poderia deixar passar em branco, por isso fiz esta postagem extra.
Parabéns a todas as mulheres!
E que hoje seja um dia muito feliz!
Não desistam dos seus projetos, persistam e  lutem, porquê com certeza, vencerão.

Um abraço e beijos...

Paulo Alves




APOIO CULTURAL:
O CENTRO DE CULTURA E ARTES, desenvolve vários projetos.
 Maria Regina e Patrícia

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segunda-feira, 5 de março de 2012

TAMPINHA E O DESAPARECIMENTO DA CALOPSITA

       Olá, amiguinhos 
A Turma do Guaraná é um projeto de leitura com desenhos, que em breve formará um livro. Também terá uma revista com histórias em quadrinhos.
Espero que se divirtam lendo as histórias que escrevo. Procuro sempre focar assuntos atuais e importantes para as pessoas, e outras vezes, aventuras surpreendentes do imaginário.
Aceito sugestões de histórias, deixe seu comentário, ok. Também faço os desenhos com muito carinho, especialmente para vocês.
Hoje, teremos a primeira, de uma série de histórias, com cada um dos personagens da turma. 

Paulo Alves




TAMPINHA E O DESAPARECIMENTO DA CALOPSITA

       Era mais uma linda manhã em Lindópolis. O sol brilhava no céu, como se estivesse convidando todos para virem curtir mais um dia. Tampinha acordou disposta, curiosa em saber o que o pai trouxe para ela.
       Ganhou do pai um lindo bichinho, uma ave.
       - Que lindo! Que bicho é este? – perguntou ao pai.
       - É uma calopsita. É parente do papagaio.
       - Que fofa!  Toda amarela... E tem um penacho sobre a cabeça.
       Tampinha ficou muito feliz com o seu novo amigo, um jovem calopsita macho, que iria precisar de cuidado e carinho. Tampinha ligou para as amigas para contar a novidade. Bolacha veio para ver o bicho e dar algumas dicas de como cuidar. Paulinha chegou também, e trouxe um brinquedo para ela: uma bola pequena, para ela se exercitar. Paulinha imaginou o pássaro fazendo malabarismos com a bola, rolando e girando a bola com os pés. Que incrível!
       As meninas logo deram um nome ao pássaro: Francisco, o calopsita. Francisco gostou do nome, porque rodopiou e piou feliz. Tampinha bateu suavemente a mão em sua cabeça, num gesto de carinho.
       Tampinha queria ensinar Francisco a falar logo. Bolacha disse que ele aprenderia algumas palavras sim, mas seria necessário muito treino.
       Francisco cresceu e ficou bonito, com belo penacho sobre a cabeça, plumagem amarelo vivo e um círculo cor de laranja na face.
       Ele voava livremente pela casa. Ia da sala até a cozinha e voava num rasante para o quarto de Tampinha, indo pousar em seu dedo.
       Um dia, a menina esqueceu aberta a janela do quarto, e lá vinha ele em sua direção. Tampinha apontou o dedo, como de costume, para ele pousar e receber carinho, porém o pássaro passou direto, atravessou a janela e ganhou o mundo. Tampinha correu para ver onde ele tinha pousado, e lá estava sobre a frondosa jaqueira da Praça. Chamou os amigos e  foram até lá para tentar pega-lo, mas ele voava cada vez mais longe. Depois deste dia, nunca mais fora visto.
       Tampinha ficou muito triste, e o pai a consolava dizendo que traria outra calopsita. Porém ela dizia que não queria outra, mas queria que Francisco voltasse para casa.
       Algumas semanas se passaram, quando numa linda manhã, Tampinha estava no quarto estudando, e ouviu um barulho na janela. Ela olhou e não acreditou no que vira. Era surpreendente, mas havia algo errado...






















       Estava pousada na janela uma calopsita... Não... Duas, três, quatro calopsitas. Que surpresa agradável para Tampinha, que esperava uma, e apareceram quatro na janela de seu quarto. A calopsita grande e amarela era Francisco, que voou e pousou em seu dedo, como sempre fizera. Recebeu um carinho na cabeça, e piou, convidando seus três visitantes para entrarem. Dois eram pequeninos e amarelos, e o terceiro era maior e tinha as penas brancas. Todos tinham um círculo cor de laranja na face. De repente, voaram suavemente, indo pousar bem perto dele...
       Foi então, que a Tampinha entendeu que Francisco, saiu para namorar, e voltou para casa, com sua esposa e seus dois filhos.
       E lá ficaram, na casa, as quatro calopsitas, voando e brincando.
       E assim viveram felizes para sempre.

FIM
      
 

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CENTRO DE CULTURA E ARTES, sediado em Inoã, desenvolve vários projetos culturais
Informações: 2636-0012 e 2636-4107  ENTRADA FRANCA


Um grande abraço, e até sexta.