TODA CRIANÇA GOSTA DE BRINCAR E DE LER.

SEJA BEM-VINDO AO SITE DE LEITURA DA TURMA DO GUARANÁ. AQUI VOCÊ ENCONTRA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, CONTOS, DESENHOS E MUITA DIVERSÃO!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

PAULINHA E TAMPINHA E A MENINA BORRALHEIRA

Olá, querido leitor.
Seja bem-vindo ao blog!

Mais uma vez estamos aqui reunidos, para lermos uma história engraçada,
desta vez, com Paulinha e Tampinha.


                Paulinha, a Menina Borralheira

       Dona Juju, a mãe de Paulinha, lhe disse que só poderia brincar lá fora quando o quarto estivesse todo arrumado.
       Mas que tamanha bagunça! Havia bonecas espalhadas, o bule de esmalte e as xícaras de brinquedo estavam jogados pelo chão. A cama estava uma tristeza: lençol amassado, colcha da cama repuxada, e o travesseiro embolado.
       Tampinha, a querida amiga, tocou a campainha da casa de Paulinha, pra saber por que demorava tanto. Quem atendeu a porta foi Dona Juju, e disse que ela estava arrumando o quarto. Então Tampinha entrou e foi ajudar, que era para terminar logo.
       - Oi, querida amiga! Vim te ajudar! – disse Tampinha aos berros.
       - Obrigada, amiga! – disse Paulinha.
       Beijo daqui, beijo dali, e as meninas já iam arrumar a bagunça, quando Tampinha pegou o bule de esmalte e esfregou, dizendo que era pra ficar brilhando. Foi então que o inesperado aconteceu. Como num passe de mágica, saiu um raio azulado pelo bico do bule, e quando ele sumiu, meio a uma fumaça azul, surgiu uma fada.
        - Rápido, rápido! Vamos arrumar toda esta bagunça, porque a hora do baile está chegando! – dizia a fada, girando na mão uma varinha mágica.
        Quando viram a fada, Paulinha e Tampinha olharam uma para outra, assustadas, e cochicharam.
       - Caramba! Não era um gênio que saía da lâmpada? – perguntou a Tampinha.
       - Ora, você não esfregou uma lâmpada, mas um bule de esmalte... – lembrou Paulinha.
       - Ahh, sim... Quem é você? – perguntou Tampinha.
       E a fada respondeu:
       - Ora, quem sou eu. Não leu os livrinhos de contos de fadas? Pois eu sou a fada madrinha, e com minha varinha mágica arrumarei toda essa bagunça de uma vez!
       “PLIM-PLOM!”, fez a varinha mágica zunindo no ar. Todos os objetos giravam pelo quarto, seguidos por estrelinhas minúsculas e brilhantes.
         Um, dois, três. Pronto estava tudo no lugar, arrumado e dobrado.
         - E para as meninas irem ao baile, transformarei estes patins em uma linda carruagem! – disse a fada  madrinha.
         E diante dos olhos das meninas, surgiu uma carruagem em forma de patins gigante, sendo puxado pelos Três Porquinhos, e o cocheiro era nada mais e nada menos do que o Lobo Mau, vestido com a roupa da Vovó de Chapeuzinho Vermelho.
         - Nossa, que confusão! – disse Tampinha.
         - Senhora Fada, não acha que está misturando as histórias? – perguntou Paulinha.
         - Menina, não estou fazendo confusão nenhuma. Está escrito aqui no meu papelzinho tudo o que eu tinha que fazer nessa historinha da Turma do Guaraná. Se tem alguma coisa errada, reclame com o autor­. E, rápido, rápido! Entrem na carruagem ou vão se atrasar para o Grande Baile.


          E as meninas entraram na carruagem, desconfiadas, olhando para o Lobo Mau, com medo de serem devoradas por ele. Cruzes!
          - Agora vamos, Três Porquinhos. Marchem! – gritou a fada agitando as mãos.
          A carruagem de patins já ia partir, quando alguém bateu na porta do quarto:
          “Toc, Toc!”
           Era dona Juju, que trazia um lanche para as meninas, e perguntou:
          - Que estão fazendo aí, sentadas sobre os patins?
          As meninas se olharam...
          - É... Não sei – respondeu Tampinha.
          - Estávamos brincando... – disse Paulinha, sem graça.
          - Mas pelo visto, já fez sua obrigação, pois seu quarto está um brinco! – disse Dona Juju, admirada.
           Foi, quando as meninas olharam em volta, e levaram um susto. Realmente o quarto estava todo arrumado. Mas elas não se lembravam de ter arrumado nada. Então, concluíram que foi a fada quem fez tudo! Que incrível!
       As meninas lancharam e já iam sair pra brincar lá fora, quando Tampinha perguntou:
       - Paulinha, me empresta o seu bule? Prometo que devolvo amanhã mesmo.

FIM

. . . o . . .

Sinceros agradecimentos aos leitores que curtem a turma e se tornam membros do blog.
Continue acompanhando as aventuras da Turma do Guaraná.

Todas as imagens e histórias são livres para uso em sala de aula 
e para compartilhar com seus amigos.

Tenha uma boa semana, e até sexta.

Abraços!

Paulo Alves

7 comentários:

Alexia disse...

Amei a história!
As crianças são lindas!
A turminha do Guarana tá d+
Parabéns!!!

Alexandra

Alexia disse...

Oi, Paulo.
esqueci, eu quero a camisa da turminha. Já fiz o pagamento e mandei pro teu email.

Bjokas!!

Alexandra

Paulo Alves disse...

Tudo bem?
Alexandra,
obrigado por ter comprado a camisa da Turma do Guaraná.
Isso é muito importante.

Já confirmei seu pedido, e em três dias sua camisa será enviada para seu endereço.

Beijos!

Paulo alves

Blog do Paulo Gibi disse...

Oi Paulo Alves, que história bonita. A internet é uma janela aberta para a leitura e selecionar bons textos (com qualidade) é uma obrigação do internauta. Adorei mais esta aventura, dá vontade de ser criança de novo...

Paulo Alves disse...

Oi, Paulo Gibi.
Tudo bem?

Na verdade, quando sento de frente para o teclado, não sei aonde minha imaginação vai parar, então deixo as crianças me levarem.
No final, são elas que me dizem o que devo escrever.

Abraços.

Blog do Paulo Gibi disse...

Oi Paulo Alves, melhor ainda saber que sua inspiração é natural. E mesmo um Dom de Deus. Abraços.

Paulo Alves disse...

É isso, Paulo Gibi.
Deus está presente em tudo o que é bom e saudável.

Abraços