TODA CRIANÇA GOSTA DE BRINCAR E DE LER.

SEJA BEM-VINDO AO PROJETO DE LEITURA DA TURMA DO GUARANÁ. AQUI VOCÊ ENCONTRA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, CONTOS, DESENHOS E MUITA DIVERSÃO!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

TURMA DO GUARANÁ E OS 450 ANOS DO RIO

Olá, amigos!
Depois de um tempo sem desenhar, finalmente pude fazer o que mais gosto:
uma nova HQ para vocês.

Desta vez, sobre um acontecimento muito importante.
O Rio de Janeiro completará, amanhã, 450 anos.


Eu não poderia deixar de homenagear esta data tão importante para os cariocas, e também para mim, que lá morei por 22 anos, chegando ainda criança pequena.
Apesar de, hoje, eu morar em Itaboraí, meus laços com o Rio são eternos.

UM POUQUINHO DA HISTÓRIA:
Depois de muitas lutas para expulsar os franceses, que nas terras do Rio haviam se instalado, Estácio de Sá  fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro no dia 
1º de março de 1565, como resposta a intensão de alguns franceses 
de ainda permanecerem por lá.

Hoje, o Rio está aí, com uma natureza exuberante e um povo orgulhoso de viver nesta cidade maravilhosa!

Tenham um bom fim de semana.
Abraços,

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

LINDÓPOLIS, A CIDADE INVADIDA

Olá, amiguinhos!


Sejam bem-vindos ao nosso blog.

Hoje tem uma história divertida, que trata de um

assunto muito importante: o combate ao mosquito da dengue.

Se dedicarmos 1 minuto do nosso dia, procurando em casa

e no quintal, possíveis focos do mosquito,

estaremos livres desta praga.



LINDÓPOLIS, A CIDADE INVADIDA – PARTE 1

      Era final de tarde, quando as crianças brincavam na praça em frente de casa. Era mais um daqueles dias quentes de verão e os mosquitos estavam atacando.  As meninas, que já não aguentavam mais as picadas, foram as primeiras a correrem para casa. Era uma invasão de mosquitos, e o pior, eram mosquitos da dengue.
       O prefeito Patonildo precisava dar fim à mosquitada que invadiu a cidade, então, reuniu toda a população na Praça Central para avisar os cuidados a serem tomados:
       - Povo de Lindópolis, tapem as caixas d’água; limpem os quintais; guardem pneus e garrafas viradas de cabeça pra baixo e em lugar coberto; tirem a água acumulada nas lajes, e coloquem areia nos pratinhos das plantas – recomendou o prefeito.
       As crianças da Turma do Guaraná ouviam atentas a tudo o que o prefeito dizia, porque eram dicas muito importantes.
       Guaraná disse , então:
       - Prefeito Patonildo, para acabar com os mosquitos da dengue, eu tenho o Valber Wilson.
       O prefeito se admirou com o que o Guaraná dissera, e sussurrou para o seu assessor.
       - Quem é aquele menino que fala?
       - É uma criança da vila.
       - Pois então, pergunte a ele quem é o Valber Wilson,  que acaba com o mosquito da dengue.
       - Menino, quem é Valber Wilson? – perguntou o assessor do prefeito.
      - É este sapo de estimação. Ele come todos os mosquitos da dengue - Respondeu Guaraná, segurando o sapo na mão.
       O prefeito observou o sapo, que era bem feio, combinava com o nome, coçou a cabeça e teve uma ideia brilhante.
       - Povo de Lindópolis, tenho a solução para o mosquito da dengue em nossa cidade. Além de todos adotarem as medidas que já recomendei, distribuirei para todas as casas: sapos, rãs e pererecas.
       E assim foi feito. Não havia um quintal que não tivesse os bichinhos saltitantes. Eles se reproduziam rapidamente, e em poucas semanas, havia milhares, milhões de sapos, rãs e pererecas pulando por toda a cidade.

       Os mosquitos da dengue não desapareceram por completo, porém estavam controlados. 
Depois disso, Lindópolis viveu uma nova invasão: de sapos, rãs e pererecas.
       Paulinha, Bolacha, Tampinha e todas as meninas da cidade estavam apavoradas!
       E agora, como resolver este problema?
      O prefeito pediu ajuda à Bolacha, a menina cientista. Bolacha aceitou o desafio, e após pesquisar nos livros e na internet, finalmente encontrou a solução...

  PARTE 2

      Lindópolis havia sido invadida por milhões de sapos, rãs e pererecas, e o prefeito, desesperado, foi pedir ajuda à Bolacha, que após pesquisar muito, finalmente encontrou a solução: seria necessário estabelecer o equilíbrio ecológico. Os animais introduzidos na cidade pela prefeitura se reproduziram rapidamente, invandindo todos as praças, lagos, chafarizes e, inclusive, a sede da prefeitura.
       Bolacha disse ao prefeito Patonildo o que fazer:
       - Eu pensei em cobras, porém seriam perigosas para a população também. Então, traga para a cidade muitas galinhas, porque elas comerão os filhotes de sapos, rãs e pererecas, e assim se fará o equilíbrio.
       E assim foi feito. Não havia um quintal que não tivesse os bichinhos que ciscam.
       As galinhas comiam os sapos, rãs e pererecas, que comiam os mosquitos da dengue. Tudo ia muito bem, até que as galinhas começaram a se reproduzir e ter pintinhos, e mais pintinhos. Logo cresciam e viravam galos ou galinhas...
      Depois disso, Lindópolis viveu uma nova invasão: de galos, galinhas e pintinhos, que se contavam aos milhões. Havia ovos e ninhos de galinhas espalhados por toda a cidade. Os galos eram bravos, e batiam nos homens que tentavam capturá-los. As galinhas bicavam quem se aproximasse de seus filhotes. Era uma guerra a tentativa frustrada de capturar os galináceos. O prefeito ficou desesperado e gritou “Socorro! É uma invasão!”.  Chegou mesmo a chamar o exército, mas lhe foi negado.
       Com muita luta, os homens capturaram as aves, mas o que fazer com elas?
       Era final de tarde, quando a Turma do Guaraná, preocupada com a invasão dos bichos, se reuniu na praça para buscar a solução.
       Guaraná, que não é bobo, depois de ter prendido no galinheiro, Claragema, sua galinha de estimação, disse aos amigos:
       - Só há um jeito de controlar a invasão.
       - Como? – perguntou Pirrixa.
       - Vamos sugerir ao prefeito que capture todas as galinhas e rãs soltas na cidade.
       - Isso já está sendo feito, mas o que fazer com tantos bichos? – perguntou Paulinha.
       - Ora, as galinhas serão assadas nas padarias, e as rãs serão servidas nos restaurantes.
       - E os sapos e pererecas? – perguntou tampinha.
       - Já entendi. Estes cuidarão dos mosquitos, devorando-os todos os dias - concluiu Bolacha.
       - Isso mesmo! – exclamou Guaraná. 

       Foram para a prefeitura conversar com o prefeito, que após ouvir tudo o que lhe disseram, mandou que recolhessem todas as galinhas e rãs da cidade e as entregasse aos cozinheiros.
       E assim foi feito. Não havia uma padaria que não tivesse galinha assada, e nenhum restaurante que não servisse rã à milanesa.
       O prefeito ficou feliz, porque finalmente a vida na cidade voltou ao normal. Então, ofereceu um almoço especial para a Turma do Guaraná. Foi servido de entrada sopa de rã, depois, galinha assada e para sobremesa um delicioso pudim de leite - feito com alguns dos milhões de ovos espalhados pela cidade.
       Todos ainda estavam sentados a mesa, quando de repente, pulou um sapo.
       O prefeito levou um baita susto!
     - Calma, pessoal, não se assustem! É apenas o Valber Wilson que veio comer um mosquito que pousou na mesa – disse o Guaraná.
       E todos riram.

FIM

Até a próxima história.



Para contactar o autor,

mande e-mail para turmadoguarana@hotmail.com 


sábado, 7 de fevereiro de 2015

PROTEJA A NATUREZA

Olá!
Seja bem-vindo ao site da Turma do Guaraná!
Hoje, volto com mais uma história em quadrinhos que traz uma mensagem importante: 
a limpeza de nossas praias.



Pessoal, já que a placa não adiantava de nada, 
o Guaraná foi lá e trocou por outra.
Na história em quadrinhos funcionou, 
mas será que na vida real funcionaria? 
Então, é melhor não arriscar...

Um abraço!


Para obter licença dos quadrinhos e contos da Turma do Guaraná,
mande e-mail para turmadoguarana@hotmail.com 



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

TURMA DO GUARANÁ: MUITA AVENTURA E DIVERSÃO



Título da obra:

TURMA DO GUARANÁ



O site em uma palavra: Leitura




Resumo do Blog:
As crianças da Turma do Guaraná se envolvem em aventuras incríveis ao desvendar os mistérios de Lindópolis, a cidade onde moram.

Autor: 
Paulo Alves dos Santos.  E-mail: turmadoguarana@hotmail.com

Apresentação:
Os personagens são crianças normais como de qualquer outro lugar, porém a cidade onde moram guarda muitos mistérios que ao longo das postagens vão sendo desvendados, resultando em emocionantes aventuras. Além dos contos, há ensinamentos e curiosidades em diversas áreas: ecologia, recursos naturais, educação, artes, prevenção de doenças e dicas de saúde para as crianças. O blog apresenta contos com ilustrações e histórias em quadrinhos. Aos leitores são dedicadas duas postagens de histórias por mês. O objetivo principal é proporcionar o hábito da leitura, buscando o envolvimento e a participação dos leitores através de histórias divertidas e com uma linguagem simples. O site já conta com um acervo de 200 histórias, o que significa muita aventura e diversão para toda a família.

Características – Porque este blog é único:
Ao acessar o blog os leitores recebem as boas vindas, lêem o comentário do autor sobre a postagem do dia, e logo em seguida, tem uma história, mostrando claramente a intensão do blog.

Público-alvo:
Todas as crianças, jovens e adultos que gostam de ler aventura e fantasia.

Postagens:
Todos os meses é apresentada uma ou mais histórias.

Status e endereço do site:
Em pleno funcionamento. O autor trabalha diariamente para não falhar com os leitores.

O endereço do site da Turma do Guaraná é http://guaranaeturma.blogspot.com





TURMA DO GUARANÁ, AMIGOS PARA SEMPRE!


Dedico este site às crianças e aos adultos, 
que amam histórias em quadrinhos e contos infantis.

As crianças aprendem o que lhes ensinamos,
então, ensine-as o que aprendeu de melhor deste mundo.




sábado, 3 de janeiro de 2015

TURMA DO GUARANÁ EM: VIVA O VERÃO!

Olá amiguinho!

Hoje, volto com a Turma do Guaraná.

Desta vez, a Turma do Guaraná trata de um assunto muito importante: o cuidado que se deve ter com as piscinas, para que os pequeninos aproveitem o verão com alegria e segurança.



página 1

página 2



Curta o verão de forma saudável, usando protetor solar, comendo alimentos leves como frutas, saladas e peixe, e beba bastante água. 
Também, se for passar o dia na praia ou cachoeira, não se esqueça de procurar um local com sombra.

Tenha um bom final de semana, e até a próxima historinha.

Abraços, do amigo



domingo, 21 de dezembro de 2014

TURMA DO GUARANÁ E O VELHO PINHEIRO DE NATAL

Olá, amiguinhos!
Sejam bem-vindos ao site.
Mas uma vez, estamos reunidos aqui para ler uma incrível aventura com a Turma do Guaraná: um lindo conto de Natal.



       Estamos no fim do ano, e nesta época se comemora uma data muito importante: o Natal.  Todas as cidades ficam iluminadas por milhões de lampadinhas e também muito enfeitadas com guirlandas, estrelas, sinos, anjos e presépios. É tempo de perdoar as pessoas que nos fizeram algum mal, e receber parentes e amigos para juntos celebrarmos o nascimento de Jesus.
       Em Lindópolis, não é diferente. As pessoas estão empenhadas para que suas casas fiquem bonitas para o Natal. Todos estão felizes e esperam, ansiosos, a chegada da grande noite de Natal. Mas, antes ainda, todo ano, o prefeito de Lindópolis organiza o grande concurso da árvore de Natal mais bonita e reluzente da cidade. Porém, não pode ser uma árvore artificial, precisa ser um pinheiro de verdade, enfeitado com muitas estrelas, bolas, laços e tudo o mais que tem direito.
       Guaraná e Pirrixa estão participando, mas antes, ainda precisam arrumar um belo pinheiro.
Entrando na Floresta Secreta, em certo lugar, se encontra muitos, pequenos e grandes, porém é preciso arrancar com a raiz e a terra, colocá-lo num vaso grande e carregá-lo até o jardim de casa.
       Então, numa ensolarada manhã, os meninos e as meninas foram à Floresta Secreta, e andando por algumas trilhas, chegaram até uma floresta de pinheiros. As crianças ficaram aborrecidas, pois já tinham pego todos os pinheiros pequenos, e os que restaram eram tão grandes que eles jamais conseguiriam tirar da terrra...
       Guaraná, meio decepcionado, aproximou-se de um pinheiro muito alto, e olhando atentamente, observou que havia no tronco muitas ondulações que mais lembravam olhos enrugados. Aproximando-se ainda mais para ver os “olhos” de perto, aconteceu uma coisa incrível.
       – Oh, não! O que estou fazendo aqui? Passei para o outro lado da árvore! Estou dentro dela! Socorro!
       Guaraná fora tragado pelo olho da árvore e agora via tudo o que seus amigos faziam na floresta.  Foi então, que Guaraná conversou com seus amigos. Agora, que estava dentro do velho pinheiro, sabia de todos os seus segredos. As crianças, na floresta, ouviam o que Guaraná dizia, cuja voz era a da árvore, um som arrastado, estremecedor e grave.
       Guaraná entendia dos sentimentos da árvore, e agora, sabia do maior desejo de sua vida: Ser uma linda árvore de Natal. Então, Guaraná disse ao espírito da árvore:
       – Senhora árvore, prometo te ajudar, mas preciso sair daqui, pois já é tarde e preciso voltar para casa.
       Desta forma, o velho pinheiro deixou-o sair. Num instante, Garaná passou para o outro lado onde os seus amigos estavam.
       As crianças souberam que o velho pinheiro já vivera mil e duzentos anos, e que muito sabia da vida daquela floresta: vira queimadas e reflorestamentos naturais; tivera muitos amigos, plantas e animais, e que muitos já se foram. Durante toda a sua vida fora muito feliz, mas ainda lhe faltava realizar um sonho: virar uma árvore de natal. As crianças poderiam realizar seu sonho, enfeitando-a com bolas, laços e lâmpadas pisca-pisca.
       – Mas, precisamos levá-la até a praça pra que todos possam contemplar sua beleza – disse a Tampinha.
       – Ela é grande demais. Como poderemos retirá-la daqui? – perguntou a Paulinha.
       Então, o velho pinheiro, com sua voz grave e estremecedora, disse às crianças:
       – Vão para casa, descansar. Amanhã, terão uma grande surpresa...
       Assim, a Turma do Guaraná foi embora para casa.
       Logo a noite chegou. A cidade inteira dormia, assim, ninguém viu o que acontecera nos mistérios da escuridão. O velho pinheiro, usando de toda a sua força, puxou suas raízes das profundezas da terra e passou a caminhar pela floresta, sobre suas raízes, como se fossem tentáculos de uma lula gigante, até chegou à cidade. Na praça, encontrou um jardim e lá fincou suas raízes, novamente, no solo, se fixando firme e esperou o amanhecer...


       Pela manhã, muitas pessoas que por ali passavam se admiraram com tão belo pinheiro, sem entender com foi parar ali.
       Logo, as crianças chegaram e se surpreenderam ao ver o velho pinheiro na praça. Esta era a surpresa: lá estava ele, pronto para ser enfeitado por elas, que não perderam tempo. Trouxeram todo tipo de enfeite para colocar na árvore e já começaram o trabalho.
       O prefeito da cidade, o Senhor Patonildo, vendo as crianças enfeitando a árvore com tanto empenho, doou muitas e muitas lampadinhas pisca-pisca.
       Guaraná e Pirrixa usaram de escadas e cordas para chegarem aos mais altos galhos para por os enfeites. Assim, se passou a manhã.
       Naquela tarde, como sempre acontecia em Lindópolis na época do Natal, caiu a chuva de estrelas. Um fenômeno ainda sem explicação, quando milhares de estrelas anãs, brilhantes e frias, do tamanho de uma bola de pingue-pongue, caem do céu, como um presente para a população que as recolhem e levam para enfeitar suas árvores de Natal. No alto do velho pinheiro caiu uma delas, e lá ficou com seu brilho intenso, como se tivesse sido atraída pela árvore.
       No final da tarde, o prefeito Patonildo ligou as lampadinhas. Que espetáculo de luz e cor. As luzes piscavam, enquanto o sol ia caindo no horizonte de Lindópolis.
     Quando a noite chegou, saiu o resultado do concurso que elegia a árvore de Natal mais bonita da cidade, e não foi surpresa, quando o velho pinheiro foi o escolhido. Então houve muita comemoração, com doces, salgados e refrigerantes. Toda a população foi contemplar a mais bela árvore daquele Natal.
       Então, as crianças comentaram:
       – Vejam! Está caindo gotas de orvalho da árvore... – observou a Bolacha.
       – Ora, vai ver que ela está chorando... – disse a Tampinha.
       – Chorando de felicidade – completou o Guaraná.
       Então, assim disfarçadamente, a árvore piscou e sorriu para as crianças. Só elas viram – Só as crianças podem ver estas coisas...
       Todas as pessoas na praça se cumprimentaram, se abraçaram e apertaram as mãos, e gritaram “Um feliz Natal!” – de paz e de amor.

Fim



Tenham todos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo!
Obrigado pela sua visita, e até a próxima história.


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