TODA CRIANÇA GOSTA DE BRINCAR E DE LER.

SEJA BEM-VINDO AO PROJETO DE LEITURA DA TURMA DO GUARANÁ. AQUI VOCÊ ENCONTRA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, CONTOS, DESENHOS E MUITA DIVERSÃO!

sábado, 3 de janeiro de 2015

TURMA DO GUARANÁ EM: VIVA O VERÃO!

Olá amiguinho!

Hoje, volto com a Turma do Guaraná.

Desta vez, a Turma do Guaraná trata de um assunto muito importante: o cuidado que se deve ter com as piscinas, para que os pequeninos aproveitem o verão com alegria e segurança.



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Curta o verão de forma saudável, usando protetor solar, comendo alimentos leves como frutas, saladas e peixe, e beba bastante água. 
Também, se for passar o dia na praia ou cachoeira, não se esqueça de procurar um local com sombra.

Tenha um bom final de semana, e até a próxima historinha.

Abraços, do amigo



domingo, 21 de dezembro de 2014

TURMA DO GUARANÁ E O VELHO PINHEIRO DE NATAL

Olá, amiguinhos!
Sejam bem-vindos ao site.
Mas uma vez, estamos reunidos aqui para ler uma incrível aventura com a Turma do Guaraná: um lindo conto de Natal.



       Estamos no fim do ano, e nesta época se comemora uma data muito importante: o Natal.  Todas as cidades ficam iluminadas por milhões de lampadinhas e também muito enfeitadas com guirlandas, estrelas, sinos, anjos e presépios. É tempo de perdoar as pessoas que nos fizeram algum mal, e receber parentes e amigos para juntos celebrarmos o nascimento de Jesus.
       Em Lindópolis, não é diferente. As pessoas estão empenhadas para que suas casas fiquem bonitas para o Natal. Todos estão felizes e esperam, ansiosos, a chegada da grande noite de Natal. Mas, antes ainda, todo ano, o prefeito de Lindópolis organiza o grande concurso da árvore de Natal mais bonita e reluzente da cidade. Porém, não pode ser uma árvore artificial, precisa ser um pinheiro de verdade, enfeitado com muitas estrelas, bolas, laços e tudo o mais que tem direito.
       Guaraná e Pirrixa estão participando, mas antes, ainda precisam arrumar um belo pinheiro.
Entrando na Floresta Secreta, em certo lugar, se encontra muitos, pequenos e grandes, porém é preciso arrancar com a raiz e a terra, colocá-lo num vaso grande e carregá-lo até o jardim de casa.
       Então, numa ensolarada manhã, os meninos e as meninas foram à Floresta Secreta, e andando por algumas trilhas, chegaram até uma floresta de pinheiros. As crianças ficaram aborrecidas, pois já tinham pego todos os pinheiros pequenos, e os que restaram eram tão grandes que eles jamais conseguiriam tirar da terrra...
       Guaraná, meio decepcionado, aproximou-se de um pinheiro muito alto, e olhando atentamente, observou que havia no tronco muitas ondulações que mais lembravam olhos enrugados. Aproximando-se ainda mais para ver os “olhos” de perto, aconteceu uma coisa incrível.
       – Oh, não! O que estou fazendo aqui? Passei para o outro lado da árvore! Estou dentro dela! Socorro!
       Guaraná fora tragado pelo olho da árvore e agora via tudo o que seus amigos faziam na floresta.  Foi então, que Guaraná conversou com seus amigos. Agora, que estava dentro do velho pinheiro, sabia de todos os seus segredos. As crianças, na floresta, ouviam o que Guaraná dizia, cuja voz era a da árvore, um som arrastado, estremecedor e grave.
       Guaraná entendia dos sentimentos da árvore, e agora, sabia do maior desejo de sua vida: Ser uma linda árvore de Natal. Então, Guaraná disse ao espírito da árvore:
       – Senhora árvore, prometo te ajudar, mas preciso sair daqui, pois já é tarde e preciso voltar para casa.
       Desta forma, o velho pinheiro deixou-o sair. Num instante, Garaná passou para o outro lado onde os seus amigos estavam.
       As crianças souberam que o velho pinheiro já vivera mil e duzentos anos, e que muito sabia da vida daquela floresta: vira queimadas e reflorestamentos naturais; tivera muitos amigos, plantas e animais, e que muitos já se foram. Durante toda a sua vida fora muito feliz, mas ainda lhe faltava realizar um sonho: virar uma árvore de natal. As crianças poderiam realizar seu sonho, enfeitando-a com bolas, laços e lâmpadas pisca-pisca.
       – Mas, precisamos levá-la até a praça pra que todos possam contemplar sua beleza – disse a Tampinha.
       – Ela é grande demais. Como poderemos retirá-la daqui? – perguntou a Paulinha.
       Então, o velho pinheiro, com sua voz grave e estremecedora, disse às crianças:
       – Vão para casa, descansar. Amanhã, terão uma grande surpresa...
       Assim, a Turma do Guaraná foi embora para casa.
       Logo a noite chegou. A cidade inteira dormia, assim, ninguém viu o que acontecera nos mistérios da escuridão. O velho pinheiro, usando de toda a sua força, puxou suas raízes das profundezas da terra e passou a caminhar pela floresta, sobre suas raízes, como se fossem tentáculos de uma lula gigante, até chegou à cidade. Na praça, encontrou um jardim e lá fincou suas raízes, novamente, no solo, se fixando firme e esperou o amanhecer...


       Pela manhã, muitas pessoas que por ali passavam se admiraram com tão belo pinheiro, sem entender com foi parar ali.
       Logo, as crianças chegaram e se surpreenderam ao ver o velho pinheiro na praça. Esta era a surpresa: lá estava ele, pronto para ser enfeitado por elas, que não perderam tempo. Trouxeram todo tipo de enfeite para colocar na árvore e já começaram o trabalho.
       O prefeito da cidade, o Senhor Patonildo, vendo as crianças enfeitando a árvore com tanto empenho, doou muitas e muitas lampadinhas pisca-pisca.
       Guaraná e Pirrixa usaram de escadas e cordas para chegarem aos mais altos galhos para por os enfeites. Assim, se passou a manhã.
       Naquela tarde, como sempre acontecia em Lindópolis na época do Natal, caiu a chuva de estrelas. Um fenômeno ainda sem explicação, quando milhares de estrelas anãs, brilhantes e frias, do tamanho de uma bola de pingue-pongue, caem do céu, como um presente para a população que as recolhem e levam para enfeitar suas árvores de Natal. No alto do velho pinheiro caiu uma delas, e lá ficou com seu brilho intenso, como se tivesse sido atraída pela árvore.
       No final da tarde, o prefeito Patonildo ligou as lampadinhas. Que espetáculo de luz e cor. As luzes piscavam, enquanto o sol ia caindo no horizonte de Lindópolis.
     Quando a noite chegou, saiu o resultado do concurso que elegia a árvore de Natal mais bonita da cidade, e não foi surpresa, quando o velho pinheiro foi o escolhido. Então houve muita comemoração, com doces, salgados e refrigerantes. Toda a população foi contemplar a mais bela árvore daquele Natal.
       Então, as crianças comentaram:
       – Vejam! Está caindo gotas de orvalho da árvore... – observou a Bolacha.
       – Ora, vai ver que ela está chorando... – disse a Tampinha.
       – Chorando de felicidade – completou o Guaraná.
       Então, assim disfarçadamente, a árvore piscou e sorriu para as crianças. Só elas viram – Só as crianças podem ver estas coisas...
       Todas as pessoas na praça se cumprimentaram, se abraçaram e apertaram as mãos, e gritaram “Um feliz Natal!” – de paz e de amor.

Fim



Tenham todos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo!
Obrigado pela sua visita, e até a próxima história.


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Turma do Guaraná e a Primavera

Olá!
Seja bem-vindo ao site da Turma do Guaraná!
Hoje, vamos falar de primavera, a estação mais florida do ano.


CHEGOU A PRIMAVERA!

No dia 23 de setembro chegou a primavera no hemisfério sul, 
conhecida como Primavera Austral, enquanto no hemisfério norte é conhecida como Primavera Boreal e começa no dia dia 20 de março.

As estações do ano ocorrem devido à inclinação do eixo de rotação da Terra. 
É assim, a Terra gira em seu eixo inclinado, formando os dias e as noites, e ao mesmo tempo, vai girando em torno do sol durante um ano, formando as estações.

Primavera é a estação mais florida do ano. É quando várias espécies de plantas afloram, e o animais saem das tocas para reproduzirem, formando o espetáculo da natureza, com muitas flores e animais por toda parte.


Entre as plantas que florescem na primavera encontramos margaridas, gerânios, violetas, rosas, orquídeas e hibiscos. 

Os beija-flores, as borboletas e as abelhas ajudam na polinização das flores, enquanto sugam o seu néctar, contribuindo para a proliferação de muitas espécies de plantas e para o espetáculo colorido da primavera.

No Maranhão, estado do nordeste brasileiro, quando eu era criança, havia a tradição das pessoas enfeitarem suas casas com muitas flores para receber a primavera. 
Eu e meus irmãos coletávamos flores de toda espécie para enfeitarmos a nossa. Era muito divertido!

Não sei se lá ainda é assim, mas pode enfeitar a sua casa e veja como ficará mais colorida e perfumada.

Abraços


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Tampinha e a Lupa Mágica

Olá!
Seja bem-vindo!
Hoje apresento uma nova história com a Turma do Guaraná.




       Tampinha tem oito anos, e se acha muito pequena para a sua idade, então pensava assim, observando as pessoas adultas que passavam pela praça: “Ah, como eu queria ser grande como aquelas pessoas. Sou tão baixinha.” Então, ficou triste e pensativa, enquanto caminhava.
       Mais adiante, avistou no jardim uma forte luz que vinha através das folhas da boa-noite, então, foi ver o que era. Para sua surpresa, encontrou uma lupa, que refletia a luz do sol, provocando o brilho intenso.
       Que interessante! Agora, Tampinha poderia ver tudo ampliado através da lente da lupa. Ao lado dela havia um formigueiro, que tinha muitas formigas cortadeiras. Elas vinham de longe carregando pedaços de folhas e talos para o formigueiro. Tampinha ficou curiosa e queria saber se elas comiam todas aquelas folhas mesmo, então, aproximando-se do formigueiro e olhando de perto através da lupa, pode observar o vai e vem das formigas.
       Tampinha queria ver mais de perto, e aproximou ainda mais a lupa dos olhos. Então, o inesperado aconteceu! Tampinha levou um susto muito grande. Que coisa incrível! De tanto aproximar a lupa dos olhos ela foi tragada para o outro lado da lente, e sabe o que foi que aconteceu? Ela ficou muito pequena, quase que do mesmo tamanho das formigas. Tampinha estava em um mundo novo, cheio de surpresas, onde tudo era grande e somente ela, pequena.
       Ela observava admirada tudo em sua volta, sem saber o que dizer, nem o que fazer diante de situação tão inesperada.
       Uma formiga que passava por perto achou que Tampinha fosse uma invasora do formigueiro, e chamou várias companheiras para ajudá-la a tomar satisfações com a menina.


       Quando ela viu aquelas formigas gigantes vindo em sua direção, deu no pé. Correu na direção da grama alta, se perdendo por lá, e se escondeu perto de uma grande pedra verde. As formigas passaram bem perto dela, mas não a encontraram. Ainda bem, porque senão Tampinha iria virar picadinho nas mãos das formigas más.
       Tampinha respirou aliviada, mas, logo em seguida, levou um baita susto. A pedra verde onde se escondera, moveu-se. Tampinha deu um pulo para atrás, pensando tratar-se de um terremoto. Era só o que faltava! Mas, que nada! Para sua surpresa a pedra verde era nada mais e nada menos que Estrelinha, a sua tartaruga de estimação.
       Estrelinha disse à menina, então.
       – Não se assuste, amiguinha!
       – Nossa! Uma tartaruga gigante! – gritou Tampinha admirada.
       – Não sou gigante! Você é que encolheu – disse Estrelinha.
       – É mesmo! Mas, como? Somente olhei através da lente de uma lupa que encontrei no jardim.
       – Pois é, mas, aconteceu uma mágica. E agora, o que vai fazer, Tampinha?
       – Sei não. Só sei que fiquei ainda menor do que era antes! BUÁÁÁ! – e a menina caiu no choro.
       Estrelinha a acalentou e, em seguida, conversaram bastante para tentar achar uma solução para o problema.
       Naquele mesmo instante, passava ali perto, saltitante, Nininho, o coelho mágico. Então, ele perguntou para a Estrelinha:
       – Por um acaso, a amiga encontrou uma lupa com uma lente muito grande?
       – Claro que sim, Senhor Coelho – respondeu Estrelinha, olhando para a menina – Por um acaso, não seria aquela ali? – perguntou apontando para a lupa que estava caída ao lado do formigueiro e sendo carregada por muitas formigas.
       – Oba! Finalmente encontrei a minha lupa mágica! – gritou o coelho todo feliz.
        Neste mundo novo onde Tampinha estava, tudo era muito grande. Agora, o velho amigo coelho Nininho, que para ela era pequenino, parecia tão grande quanto um elefante africano. Mas, na verdade, Tampinha é que encolhera, tanto que ficou do tamanho de uma formiga cortadeira.
       Tampinha viu a lupa e também ficou muito feliz, porém advertiu o coelho sobre o perigo:
        – Mas, vai ter que tomar cuidado com as formigas. Vê como elas estão carregando a lupa?


        – Ora, para mim elas não são páreo. Hahaha! – Nininho deu gargalhadas.
       Então, ele foi até o formigueiro e tomou a lupa das formigas, que de tanta raiva, ficaram pulando que nem pipoca.
       Estrelinha vendo o coelho voltando com a lupa na mão, disse:
        – Nininho, a menina quer voltar ao seu tamanho normal. Poderia ajudá-la?
        – Claro que sim! Isso é fácil. Esta lupa é mágica – e explicou – Tampinha, de tanto aproximar a lupa dos olhos, acabou ativando a mágica e passou para o outro lado da lente. Veja, do lado de cá tudo é grande, mas do outro lado, tudo é pequeno.
       Então, segurando a lupa bem perto de Tampinha, o coelho pediu que ela olhasse através da lente. Assim fazendo, num passe de mágica, Tampinha passou para o outro lado da lente, e começou a crescer, crescer, até chegar ao seu tamanho normal.
        – Que bom, que voltei ao meu tamanho normal! Como eu sou grande!– gritou Tampinha cheia de alegria.
        – Caramba! Você é realmente gigante! – disseram Estrelinha e Nininho, que são bem menores que ela.
       A menina se despediu dos amigos, correu, atravessou o jardim e caminhou pela praça toda feliz.
       Depois da experiência que passou, Tampinha entendeu que cada um tem o tamanho que tem que ser, e que deveria ser feliz como era.

FIM




Estas flores são conhecidas como boa-noite. 
No meu quintal tem um monte delas, brancas e rosas.
Nascem sozinhas, por toda parte, igual mato.


Agora, sobre as formigas cortadeiras, elas não se alimentam das folhas, que na verdade,
servem para sustentar os fungos que elas cultivam no interior do formigueiro. Elas se alimentam dos fungos.
Já tive um problema sério com elas no meu jardim. Uma vez, teve um ataque delas, que quase dizimaram as plantas, como o jasmim, a roseira e o hibisco. Tive que fazer um controle das formigas, senão o jardim teria desaparecido.

Amiguinhos, até a próxima história com a Turma do Guaraná. 
Quero apresentar uma história com cada uma das crianças.

Abraços do amigo

Turma do Guaraná é marca registrada. Todos os direitos reservados.

sábado, 16 de agosto de 2014

A Turma do Guaraná e o abominável menino das neves

Olá, amiguinhos!
Muito bom nos encontrarmos aqui mais uma vez.
Hoje, trago uma historinha super divertida para você.


O abominável menino das neves

       Paulinha e Tampinha conversavam sobre o clima.
       – Nossa, Paulinha! Meus dentes estão batendo, fazendo tec-tec!
       – Certamente é por causa do frio, que já chegou! – respondeu Paulinha.
       – Isso mesmo, amigas! Estamos no inverno, a estação mais fria do ano! – respondeu          Bolacha, que chegara naquele instante, e explicou mais – Temos ainda dois tipos de invernos: o inverno austral, no hemisfério sul do planeta, e o inverno boreal, no hemisfério norte.
        – Então o nosso inverno é austral, porque Lindópolis está no hemisfério sul – concluiu Tampinha.



        Aconteceu que Guaraná e Pirrixa queriam dar um susto nas meninas. Guaraná se fantasiara de abominável homem das neves, e se escondeu atrás da velha jaqueira, na praça.
       Então, Pirrixa, avistando as meninas e ouvindo a conversa, aproximou-se
       – Então, cadê a neve? – perguntou Pirrixa – Inverno que se preza tem neve.
       – Aqui, não neva porque seria necessário que a temperaturas do solo e da atmosfera estivessem em torno de zero grau. O que não acontece - explicou Bolacha.
       – Se assim fosse, nós estaríamos congelando! BRRR! – gritou Tampinha.
       – É... Mas estou sabendo que por aqui tem o abominável homem das neves – disse Pirrixa.
       – Abominável homem das neves? Quem é este? – perguntaram as meninas, gritando.
       – É um monstro terrível, muito alto, coberto de pelos brancos, que durante o inverno desce das montanhas geladas para atacar as cidadezinhas, como a nossa! – explicou pirrixa para assustar as meninas.
       – Ora, Pirrixa, o que estaria fazendo o abominável homem das neves por aqui? – perguntou a Bolacha.
       – Sei lá, mas não é bom descuidar – disse Pirrixa.
      Em seguida, o Guaraná, pulou de trás da jaqueira, dando um berro aterrador, mas as meninas perceberam que era ele, e disseram tratar-se de um abominável bicho preguiça branco. Mas, de repente.
       – Não, pessoal!  É o abominável homem das neves de verdade! Corram! – Bolacha gritou assim, porque vira aproximar-se da praça o verdadeiro abominável homem das neves, que estava perdido,vagando pela cidade. 
      Quando viram aquele ser gigante, peludo e todo branco, as crianças correram muito assustadas, inclusive o Pirrixa.
       Então, Guaraná, sem entender porque Pirrixa também correra assustado, já que ele sabia quem era que estava fantasiado de homem das neves, gritou.
       – Espere, Pirrixa! Sou eu, o Guaraná!
Guaraná estava de costas e não sabia que o verdadeiro homem das neves estava se aproximando.



        Então, o monstro, ao encontrar Guaraná, acreditou mesmo que ele fosse um menino das neves, e falou muito feliz:
       – Filhinho, finalmente te encontrei! Venha com papai.
        –Oh, não! O abominável homem das neves! – gritou o Guaraná – Socorro!
Então, ele saiu correndo, e o homem das neves atrás gritando “Venha cá filhinho! Vou te levar pra casa!”.

FIM




Tenho demorado a apresentar novidades aqui no blog porque ando trabalhando muito. Mesmo assim, com pouto tempo, não deixo de dar vida à Turma do Guaraná, escrevendo e desenhando as aventuras destes personagens tão queridos pelas crianças.

Em especial, quero dizer que gostei muito destes dois desenhos que fiz.

Amiguinhos, tenham um bom fim de semana, 
e até a próxima história.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

O GUARANÁ DO AMAZONAS


Olá, Pessoal !
Hoje, vamos falar 
sobre a planta do Guaraná,
este frutinho vermelho 
e tão importante para o 
povo do Estado 
do Amazonas.
O guaranazeiro é uma 
planta trepadeira, com 
ramos flexíveis, e pode
alcançar de 4 a 8 metros 
de comprimento. 



A PLANTA DO GUARANÁ

     A FLOR DO GUARANÁ

Na verdade, a flor do guaraná tem várias florzinhas pequenas,
que juntas formam uma flor maior, que é a inflorescência.



     A frutificação é de outubro a dezembro,
     quando os frutos estão maduros e se abrem mostrando
a sementinha preta.






     É dessa semente que é feito o refrigerante delicioso que bebemos. A semente também é usada na indústria farmacêutica,
porquê tem propriedades energizante, estimulante e medicinal. 

     Para fazer o refresco do guaraná, se faz assim:
Os frutinhos são colhidos bem maduros. 
Deixa-se amontoados num canto que é pra fermentar e facilitar a separação da semente do arilo (a polpa branca que envolve a semente). 
Lava-se bem sobre uma peneira, daquelas que não tapam o sol. 
Em seguida torra-se as sementes no forno para a retirada da casca. 
Agora as sementes viraram amêndoas de guaraná que são socadas 
no pilão com pouquinho de água. Socadas até virar uma pasta 
que é levada novamente ao forno para secar. 
Depois rala-se bem até virar pó. 
Pronto, é só adicionar água, açúcar e se deliciar! 

Mas, como não se acha a semente do guaraná facilmente por aqui, 
o melhor mesmo é comprar o xarope de guaraná, 
e preparar o refresco.
                                             . . o . .

     Onde moro tem um quintal bem grande. Tenho algumas plantas com flores, algumas frutíferas, mas, me falta o guaranazeiro. Vou procurar um, pois o guaraná é um fruto interessante, além de ser o nome do personagem principal da Turma do Guaraná.

guaranazeiro e seus frutos

. . o . .

Guaraná, o indiozinho, adora o refresco desta fruta, é claro.

Amiguinho, até a próxima postagem, 
quando trarei uma história inédita com a Turma do Guaraná


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