TODA CRIANÇA GOSTA DE BRINCAR E DE LER.

SEJA BEM-VINDO AO SITE DE LEITURA DO CLUBINHO DO GUARANÁ. AQUI VOCÊ ENCONTRA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, CONTOS, DESENHOS E MUITA DIVERSÃO!
Mostrando postagens com marcador RELEITURAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RELEITURAS. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

GUARANÁ É UM ESTOURO!

Sejam bem-vindos!


Hoje trago uma HQ para os amigos!
Desta vez, com o Guaraná e sua galinha de estimação Claragema.


Amiguinhos, tenham um bom final de semana.
Abraços.

Editoras, para publicarem as histórias da Turma do Guaraná,
enviem email para turmadoguarana@hotmail.com

TURMA DO GUARANÁ é marca registrada. Todos os direitos reservados.


quinta-feira, 25 de julho de 2019

A Turma do Guaraná e o abominável menino das neves

Olá, amiguinhos!

Muito bom nos encontrarmos aqui mais uma vez.
Hoje, trago uma historinha super divertida para você.


O abominável menino das neves

       Paulinha e Tampinha conversavam sobre o clima.
       – Nossa, Paulinha! Meus dentes estão batendo, fazendo tec-tec!
       – Certamente é por causa do frio, que já chegou! – respondeu Paulinha.
       – Isso mesmo, amigas! Estamos no inverno, a estação mais fria do ano! – respondeu          Bolacha, que chegara naquele instante, e explicou mais – Temos ainda dois tipos de invernos: o inverno austral, no hemisfério sul do planeta, e o inverno boreal, no hemisfério norte.
        – Então o nosso inverno é austral, porque Lindópolis está no hemisfério sul – concluiu Tampinha.



        Aconteceu que Guaraná e Pirrixa queriam dar um susto nas meninas. Guaraná se fantasiara de abominável homem das neves, e se escondeu atrás da velha jaqueira, na praça.
       Então, Pirrixa, avistando as meninas e ouvindo a conversa, aproximou-se
       – Então, cadê a neve? – perguntou Pirrixa – Inverno que se preza tem neve.
       – Aqui, não neva porque seria necessário que a temperaturas do solo e da atmosfera estivessem em torno de zero grau. O que não acontece - explicou Bolacha.
       – Se assim fosse, nós estaríamos congelando! BRRR! – gritou Tampinha.
       – É... Mas estou sabendo que por aqui tem o abominável homem das neves – disse Pirrixa.
       – Abominável homem das neves? Quem é este? – perguntaram as meninas, gritando.
       – É um monstro terrível, muito alto, coberto de pelos brancos, que durante o inverno desce das montanhas geladas para atacar as cidadezinhas, como a nossa! – explicou pirrixa para assustar as meninas.
       – Ora, Pirrixa, o que estaria fazendo o abominável homem das neves por aqui? – perguntou a Bolacha.
       – Sei lá, mas não é bom descuidar – disse Pirrixa.
      Em seguida, o Guaraná, pulou de trás da jaqueira, dando um berro aterrador, mas as meninas perceberam que era ele, e disseram tratar-se de um abominável bicho preguiça branco. Mas, de repente.
       – Não, pessoal!  É o abominável homem das neves de verdade! Corram! – Bolacha gritou assim, porque vira aproximar-se da praça o verdadeiro abominável homem das neves, que estava perdido,vagando pela cidade. 
      Quando viram aquele ser gigante, peludo e todo branco, as crianças correram muito assustadas, inclusive o Pirrixa.
       Então, Guaraná, sem entender porque Pirrixa também correra assustado, já que ele sabia quem era que estava fantasiado de homem das neves, gritou.
       – Espere, Pirrixa! Sou eu, o Guaraná!
Guaraná estava de costas e não sabia que o verdadeiro homem das neves estava se aproximando.


        Então, o monstro, ao encontrar Guaraná, acreditou mesmo que ele fosse um menino das neves, e falou muito feliz:
       – Filhinho, finalmente te encontrei! Venha com papai.
        –Oh, não! O abominável homem das neves! – gritou o Guaraná – Socorro!
Então, ele saiu correndo, e o homem das neves atrás gritando “Venha cá filhinho! Vou te levar pra casa!”.

FIM


Em especial, quero dizer que gostei muito destes dois desenhos que fiz.

Amiguinhos, tenham um bom fim de semana, 
e até a próxima história.

Turma do Guaraná é marca registrada. Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

30 de janeiro, Dia Nacional do Quadrinho com a Turma do Guaraná

Olá, amiguinhos.
Sejam bem-vindos ao nosso blog.

Hoje falaremos sobre o Dia Nacional do Quadrinho.

Bem, eu passei o texto para as crianças, que pelo visto, decoraram
direitinho. Então, segue a apresentação.
































































































DICAS DO BLOG:

AO LADO TEM A CAIXA "ARQUIVO DO BLOG", QUE ESTÁ RECHEADO DE HISTORINHAS E DESENHOS DE POSTAGENS ANTERIORES OU, SE PREFERIR, CLIQUE NAS IMAGENS AO LADO.

Abraços do amigo,
FRIENDS FOREVER!

Editoras, para adquirir licenças, mandem email para turmadoguarana@hotmail.com

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

TURMA DO GUARANÁ E O JARDIM DA ETERNIDADE

Olá, querido leitor!
Apresento para você o conto de Natal da Turma do Guaraná.
Uma história cheia de emoção e mistérios!


       Era uma linda manhã em Lindópolis, e faltava poucos dias para o Natal.
       Paulinha e Tampinha estavam brincando com suas bonecas, quando se aproximou correndo, uma criaturinha, mais parecida com aquelas dos contos de fadas.
       — Meninas, que bom que as encontrei! — gritou Wendy, o duende.
       As meninas olharam assustadas para aquela pequena figura que estava acompanhada de uma rena, que era falante, daquelas parecidas com as de Papai Noel.
       — Aiii! Que susto! — gritaram as meninas.
       E conversaram com Wendy para saber o porquê de tanta agitação.
       O duende contou para as meninas que Papai Noel precisava muito da ajuda delas e era pra reunir a turma toda!
       — Mas, pra quê? — Paulinha perguntou ao duende.
       — Ora! Aconteceu que nós, os duendes e as renas somos os ajudantes do Papai Noel, na fabricação e entrega dos presentes para as crianças em todo o planeta.
       — Lindo trabalho, mas, e daí? — perguntou Tampinha.
      — Daí, que falta poucos dias para o Natal e todos os duendes e renas foram seqüestrados. Como vamos ajudar o Papai Noel?
      — É, tem razão, Wendy. Vamos reunir a turma — decidiu Paulinha, balançando a cabeça.
       Então as meninas reuniram todo mundo e Wendy explicou em detalhes o que aconteceu.
       Os ajudantes do Papai Noel foram capturados e levados para viverem em um jardim. Eles tinham que regar e podar as plantas, colher flores e manter o gramado limpo, e no final do trabalho tinham que permanecer parados, feito estátuas para enfeitar o jardim.
       — E como você e a rena vieram parar aqui, na minha casa? — perguntou Paulinha.
       — Eu consegui pegar um pouco do pó-líquido, o mesmo que o cientista maluco usou para nos transportar para o imenso jardim, onde tem uma casa, que mais parece mal-assombrada – explicou Wendy.
       — Meninas, acho que sei quem é este cientista maluco... — disse o Guaraná, em um momento de extremo brilhantismo.
       — É o Doutor Morte! — gritaram as crianças, em coro.
       — Vocês o conhecem? — perguntou a rena falante.
       — Claro que sim. Ele mora no alto da colina em um imenso casarão, onde tem o Jardim da Eternidade, como o doutor mesmo chama – disse a Bolacha.
       — Pois é, pessoal, esse doutor apareceu lá na casa de Papai Noel, do nada, dizendo que estava fazendo apenas uma visita, e quando foi embora, utilizando este pó-líquido, nos carregou junto com ele — explicou Wendy, o duende.
       — Então, vamos agora mesmo para a casa do Doutor Morte! — exclamou Bolacha.
       Segurando um frasco na mão que continha o pó líquido, Wendy borrifou em todo mundo um pouco, e num passe de mágica, todos desapareceram dali.
       As crianças foram parar, em um piscar de olhos, no imenso Jardim da Eternidade. Então, puderam ver os duendes atarefados, regando as plantas, colhendo flores, enquanto as renas comiam a grama, que era pra ficar bem aparada.
       Então, Pirrixa e Guaraná tiveram que entrar na casa do doutor para pegar mais pó-líquido, o suficiente para conseguir levar todos os ajudantes do Papai Noel de volta para casa, na Lapônia, cidade da Finlândia, lá no fim do mundo.
       Andando pelos corredores do casarão, os meninos se depararam com o sobrinho do doutor, o Valter Ror.
       — Ei, o que estão fazendo aqui? — perguntou Valter.
       — Viemos levar os ajudantes do Papai Noel de volta para casa ! — gritaram os garotos.
       Correndo e dando uma rasteira no grandalhão, que caiu estatelado no chão, os meninos estavam acompanhados de Wendy, que sabia onde estavam escondidos vários frascos do pó-líquido, de onde ele mesmo conseguira pegar um pouquinho.
       Enquanto isso as meninas, estavam escondidas no jardim, reunindo todos os duendes e renas para a grande fuga.
       Guaraná, Pirrixa e Wendy entraram no laboratório, onde o doutor estava tirando uma soneca, sentado na cadeira de balanço, justamente embaixo do armário onde estavam guardados os frascos do pó-líquido. Cuidadosamente, para não acordar o doutor, as crianças chegaram até o armário. Guaraná, trepado numa escada, pegou vários frascos, tantos que não couberam nas mãos, e deixou cair um bem no “coco” do doutor, que acordou zangado.
       — Que estão fazendo aqui, crianças traquinas? — perguntou o doutor.
       Pulando feito um gato, Guaraná desceu da escada e saiu correndo com seus amigos para longe do laboratório, e o doutor furioso foi atrás, segurando e girando sua bengala no ar.

Dr. Morte e Valter Ror preparando o pó-líquido

       Valter Ror já estava no jardim procurando os duendes e as renas, porém todos ficaram escondidos, esperando a chegada dos meninos.
       Vendo que os meninos vinham pelo corredor, Valter ficou na porta, com os braços abertos, de modo a segurá-los na saída. Porém, alto como era, os meninos se abaixaram e passaram por baixo de suas pernas, dando gargalhadas e debochando dele.
       Doutor Morte, já estava chegando também, e vinha esbaforido, reclamando com Valter, culpando-o por ter deixado aqueles pestinhas entrarem no jardim e no laboratório.
       — Crianças atrevidas! Devolvam o pó-líquido e voltem para casa! — gritou o doutor.
       — Não antes de conversarmos, doutor — disse a Bolacha.
       Então, o Doutor Morte explicou às crianças que sempre quis ter um jardim com lindas plantas e decorado com aqueles coloridos anões de jardim, e também adorava os veadinhos sentados sobre a grama, cogumelos e sapos verdes... E quando visitou a casa de Papai Noel, adorou aquelas criaturinhas e resolveu roubá-las para ele, sem se importar com as consequências.
       — Ora, doutor, estes não são anões, mas duendes — disse a Bolacha.
       — E estes bichinhos não são veadinhos, mas renas. Até são parecidos... — disse a Paulinha.
       Então, ficou resolvido que Valter faria um curso de jardineiro para cuidar do jardim, enquanto o doutor cortaria a grama com um aparador. Também foi indicada uma loja onde o doutor poderia comprar todos os lindos anõezinhos, veadinhos, sapos e cogumelos coloridos para enfeitar o jardim.
      O doutor compreendeu que fizera errado, e colocou o Valter de castigo, sem direito a videogueime por uma semana, por tê-lo deixado roubar os duendes do Papai Noel.
       Logo em seguida, utilizando o pó-líquido, os duendes e as renas foram transportadas para Lapônia, mas antes, Wendy disse:

A Turma do Guaraná ajudando o Papai Noel a entregar os presentes.
        Crianças, venham conosco! Papai Noel adoraria recebê-los.
       — Não sei se podemos... Não avisamos aos nossos pais — disse Tampinha.
       — Pois é. Ainda mais que agora está na hora do lanche... — retrucou o Guaraná.
       — Mamãe Noel preparou panetones, rabanadas e deliciosos pudins de leite para vocês lancharem — disse a rena falante.
       — Bem, se é assim, não podemos fazer desfeita — disse o Guaraná, já borrifando o pó-líquido no ar.
       Num passe de mágica todos sumiram do jardim, e ficou só os dois lá com cara de bobos: Doutor Morte com um tesourão de folhas na mão e o Valter com um ancinho. Os novos jardineiros do Jardim da Eternidade.
       Assim, a Turma do Guaraná levou de volta os ajudantes do Papai Noel, que prepararam e entregaram os presentes de Natal, garantido a alegria de todas as crianças do planeta.

FIM
     
Um feliz Natal para todos, com muita paz e amor!

Abraços,

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Sejam bem-vindos ao blog!

Parabéns, crianças, pelo seu dia oficial!

Hoje trouxe um presente para você.
Uma bela história com a Turma do Guaraná.

A Festa das Crianças

       Era o dia das crianças, e logo pela manhã, elas foram procurar seus brinquedos novos, que certamente seus pais lhes deram de presente naquele dia tão especial.
       Então, cada um recebeu seu presente, e para a surpresa, após abrirem os embrulhos, o que havia dentro?... Nada.
      - Pai, cadê meu presente? – perguntou a Tampinha.
       Então, seu pai respondeu que estava dentro do embrulho. Olhou dentro para ver, mas não soube explicar como ele sumira dali.
       E assim aconteceu com todas as crianças da vila.
       Decididos a encontrar os seus presentes, a Turma do Guaraná, resolveu solucionar o mistério do desaparecimento dos brinquedos, e se reuniram na praça.
       Foi então que Paulinha, atenta como só, viu algo.
       - Vejam! Achei um brinquedo! – gritou, e todos olharam curiosos.
       Era uma peteca com penas coloridas.
       - Estou vendo outra coisa lá embaixo! – gritou o Guaraná apontando para um carrinho.
       Indo mais adiante, encontraram uma bola de gude, e depois uma boneca, e assim por diante, até encontraram um buraco no chão do jardim. O que poderia ser?
       - Deve ser uma toca – disse a Bolacha.
       - É um esconderijo. Aposto que todos os brinquedos estão aí dentro. Vamos entrar – disse o Pirrixa já entrando.
       Passando pelo buraco no canto do jardim, as crianças entraram num imenso salão subterrâneo, e se admiraram pela quantidade de brinquedos que viram. Então, Decidiram pegar todos os brinquedos que pudessem e levariam embora. Porém, quando começaram a catar, apareceu diante deles um ratinho, depois mais um, e num instante se viram cercados de ratos crianças. Então um deles disse:


       - Por favor, meninos, não levem nossos brinquedos.
       - Ora, mas vocês pegaram todos os brinquedos das crianças da vila! – respondeu a Bolacha.
       - Então, vamos dividir. Eu não posso ficar sem minhas bolas de gude! – disse o Guaraná.
       - Pode ficar com o meu presente que sumiu do embrulho – disse a Tampinha, que ficou com dó dos ratinhos, e logo fez beicinho...
       E assim as crianças gente e as crianças ratos dividiram os brinquedos, e acabou a confusão.
       Depois de tudo acertado, a delicada Paulinha conversou com os ratinhos dizendo:
       - Hoje, tem uma festa para todas as crianças da vila, e como vocês também são, estão convidados!
       - Eeeh! Viva! – gritaram os ratinhos de tanta alegria.
       De tarde aconteceu a Festa das Crianças na Praça de Lindópolis. Houve distribuição de brinquedos, bolo, refrigerante, pirulito e algodão-doce. Também montaram um pula-pula e um tobogã, que era para a criançada não parar de brincar.
       Na praça, as crianças brincavam muito, e no jardim, escondidinhos, os ratinhos se divertiam também, com os brinquedos e com as guloseimas que ganharam.
       Depois que se conheceram, os ratinhos viraram grandes amigos das crianças, mas não poderiam brincar juntos na praça, porque as crianças estavam acompanhadas dos adultos, e eles morrem de medo de ratos!

      fim

Crianças, desejo felicidades e muita paz!!




Editoras, para publicar as histórias, entrem em contato pelo email: 
turmadoguarana@hotmail.com


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Chegou a Primavera com a Turma do Guaraná

CHEGOU A PRIMAVERA COM A TURMA DO GUARANÁ

Olá, querido leitor!
Para celebrar a chegada da Primavera, trago mais uma HQ pra vocês.

página 1

página 2

Até a próxima história.
Abraço!


TURMA DO GUARANÁ É UM SITE DE LEITURA LIVRE PARA TODA A FAMÍLIA.
LEIA, PARTICIPE E COMPARTILHE.

AMIGOS PARA SEMPRE!

Editoras, mandem email para turmadoguarana@hotmail.com

domingo, 10 de setembro de 2017

As meninas e o perfume

Olá, amiguinhos!
É com muito orgulho que reapresento esta HQ com a Turma do Guaraná. Desta vez,
uma brincadeira de criança, daquelas que se aprende no colégio.



Bem engraçada...
Uma vez, um menino de seis anos me pegou com esta brincadeira.
Porém, crianças, não podem exagerar, senão machuca o coleguinha.

Tenham todos uma ótima semana.
Até a próxima historinha com a Turma do Guaraná.
Abraços!


sábado, 27 de maio de 2017

GUARANÁ E BOLACHA em: O PEQUENO VAMPIRO

Olá, amiguinho.
Hoje trouxe para você, uma história muito legal com o Guaraná e a Bolacha, que vão até a casa do Doutor Morte, o cientista maluco, e descobrem muitos segredos.


       Bolacha, a menina cientista, precisava aprender mais sobre ciências para tirar boas notas na escola. Ela já tinha ouvido falar do Doutor Morte, um renomado cientista que entendia muito de ciências. Então, ela resolveu ir até o casarão para conversar com o doutor, e convidou o Guaraná para acompanhá-la.
       Chegando lá, o doutor levou as crianças para conhecerem o laboratório. Era um lugar assustador. Logo na entrada havia um esqueleto. Tinha também uma mesa enorme com muitos tubos de ensaio e outros equipamentos para pesquisa.
       Com muita boa vontade, o Doutor Morte foi explicando para Bolacha como preparava algumas vacinas, e respondia as perguntas que ela fazia sobre as matérias do colégio. Bolacha ia anotando tudo, para estudar mais em casa.
       Enquanto isso, o Guaraná com o olho arregalado, observava curioso tudo a sua volta e pensava: “Que lugar mais esquisito, este laboratório, este casarão.” E saiu andando, xeretando o casarão do doutor.
       Andou por um corredor largo, e no teto viu uma aranha tecendo a teia, enquanto outra enrolava uma baratinha em sua teia pra jantar mais tarde. Guaraná observou também que no final do corredor havia uma porta com um aviso que dizia assim: “Não entre”. Então Guaraná pensou: “É melhor eu voltar para o laboratório, mas se o aviso diz pra eu não entrar, é porque tem um grande segredo guardado aí dentro, e eu preciso descobrir qual é.”
       Então, Guaraná entrou na sala escura, porque havia uma cortina de tecido azul marinho cobrindo a janela, e assim a sala permanecia sombria, em meia luz.
       Muito curioso, Guaraná resolveu investigar aquela sala sinistra. Foi entrando e caminhando bem devagar, enquanto olhava tudo a sua volta.
       Foi então que viu, lá no canto algo assustador: era um caixão. Guaraná não conteve a curiosidade. Andou até o caixão, que estava coberto de teia de aranha e poeira. Aproximou-se e parou, olhando atentamente para aquele caixão, e observou que na tampa havia uma cruz roxa, com uma escrita esquisita, que não se conseguia ler. Decidiu então, abri-lo para ver o que tinha dentro. Quando levantou a tampa levou um susto muito grande, daqueles de ficar pálido e arrepiar os cabelos. Tamanho foi o susto que o menino desmaiou. Ele vira um vampiro deitado no caixão. Após um tempinho Guaraná levantou-se.
       Diante de tanto medo, ele resolveu ir embora, mas antes que conseguisse sair, a porta fechou-se. Guaraná olhou para o caixão, e viu que o vampiro levantava. Ele, então, desesperado correu para a janela, mas o vampiro saiu do caixão, correu atrás dele e o agarrou.
       Guaraná gritou pedindo socorro, mas ninguém naquela casa o ouvia. O vampiro que despertara de um sono de mil anos, cheio de fome, segurou-o firme e mordeu-lhe o pescoço para sugar o sangue. Foi então que o Guaraná se transformou no “Pequeno Vampiro”, e assustado falou:





       - E agora, como poderei sair daqui desse jeito?
       - Não sairá, garoto. Viverá nas trevas para sempre. Quer ver como ficou? Se olhe no espelho – disse o velho vampiro sorrindo.
       Então o Guaraná se olhou no espelho:
       - Mas não estou me vendo! – disse o Guaraná.
       - Claro que não garoto! Agora, você é um vampiro, e vampiros não refletem a imagem no espelho. Hua, hua, hua! – o vampiro riu do Guaraná, que estava transformado no Pequeno Vampiro.
       - Oh, não! Virei um vampiro! Virei um vampiro! – gritava o Guaraná.
       Naquele momento, o Doutor Morte e a Bolacha, que procuravam por ele, entraram na sala e o encontram caído. O doutor se aproximou dele fazendo-o acordar.
       - O que aconteceu, menino? - perguntou o doutor.
       - Não sei. Só me lembro de ter sido mordido por aquele vampiro que está dormindo dentro do caixão – respondeu o Guaraná.
       - Vampiro? – perguntou Bolacha.
       E a menina foi lá conferir e levou um baita susto.
       Foi então que o doutor explicou que o vampiro era uma obra de arte, feita em cera, pelo seu sobrinho Valter Ror, que o guardou ali naquele velho baú que parecia mais um caixão, esperando o dia da exposição no Museu de Cera de Lindópolis.
     
FIM

Doutor Morte e seu assistente Valter Ror.

       O Guaraná é muito curioso mesmo. 

Diz o ditado que a curiosidade matou o gato, 
mas ainda bem que  desta vez foi só um sonho ruim.
      
 Tenha um bom fim de semana.

     
Participe do blog, tornando-se membro e deixando seu comentário.
e-mail :  turmadoguarana@hotmail.com