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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

TAMPINHA E O ACORDEÃO MÁGICO

Olá, querido leitor!

Hoje trago para você mais uma história de uma série de cinco, com cada uma das crianças da Turma do Guaraná, e hoje é a vez da Tampinha viver uma aventura emocionante!

O ACORDEÃO MÁGICO

       Era mais uma linda manhã de primavera.
       Tampinha saiu no quintal de casa para colher algumas cenouras, pois queria fazer uma visita ao seu amigo da Floresta Secreta, o coelho Nininho.
   Tampinha andava em direção a floresta, despreocupada e cantarolando. Carregava uma cesta cheia de deliciosas cenouras.
       Na caminhada ia tudo bem, até que ouviu um estalo atrás da moita. A menina foi ver o que era. Pobrezinho, era um passarinho que fora capturado por uma arapuca de algum caçador.
        Naquele instante, chegava o coelho Nininho, que vinha ao encontro da Tampinha no meio do caminho.
        - Oi, amiguinho! – disse a menina ao coelho.
       - Olá, Tampinha! Que belas cenouras você trouxe! – admirou-se o coelho, olhando para a cestinha que estava no chão.
       - Veja o que encontrei! Um passarinho dentro dessa arapuca – disse Tampinha, enquanto a ave se debatia na tentativa de escapar.
       - Então, vamos soltá-lo! – disse o Nininho.
       Assim, Tampinha abriu a porta da arapuca, e o passarinho amarelo voou para o galho mais próximo, agitou as penas e cantou uma canção para seus novos amiguinhos, em agradecimento.
       - Agora, ele canta feliz! – Disse a Tampinha, entregando a cesta ao coelho.
       - Também vou te dar um presente! – exclamou Nininho.
       Ele enfiou a mão dentro da sua cartola mágica, e depois de muito procurar, tirou de lá um acordeão.
       - Sei que gosta muito de fazer bem aos animais, e quer vê-los muito felizes. Por isso, pegue este acordeão, vá até a cidade, e depois, volte para a floresta tocando-o, que uma bela surpresa irá acontecer.
       - Mas, eu não sei tocar acordeão! – disse Tampinha ao coelho Nininho.
       - Ora, não se preocupe! Basta que você faça assim, abrindo e fechando, pra lá e pra cá, e ele tocará lindas canções. É um acordeão mágico, que realizará os desejos do seu coração.
       Assim, Tampinha foi até a cidade, e no meio de muitos prédios, carros e pessoas, começou a tocar o acordeão mágico. Todo mundo olhou para ela.
       Tampinha já gostava mesmo de fazer uma bagunça, então veio tocando o instrumento, pulando e cantando “Tralalá”.
       O som do acordeão mágico ecoava pelas ruas, subia aos mais altos andares dos prédios, entrava nas casas, e foi então que uma coisa maravilhosa aconteceu. Os passarinhos que estavam presos em gaiolas, se viam livres, porque num passe de mágica, a canção do acordeão fazia as gaiolas desaparecerem.
        A menina com seu acordeão caminhava feliz pelas ruas, e atrás dela ia se formando uma revoada de passarinhos de todas as espécies, que eram libertados das gaiolas: canários, coleiros, tizius, sanhaços, sabiás e muitos outros.
        Chegando à floresta, o coelho Nininho aguardava a Tampinha, que estava sorridente com o grande feito de libertar os passarinhos. Então, mais um fenômeno aconteceu. O acordeão mágico, escapou das mãos da menina, girou no ar envolto a muitas estrelinhas que se desprendiam, e se transformou num grande pássaro branco.
       - Este é o espírito protetor dos bichos da floresta. Ele irá cuidar de todos estes passarinhos que foram libertados por você ao tocar o acordeão mágico – disse Nininho.
       Então, o grande pássaro branco ficou sobrevoando a floresta, enquanto todos os passarinhos cantavam uma linda canção, celebrando a liberdade.
       
FIM




A Tampinha é uma brincalhona e adora fazer estripulias!



O acordeão



Na china, em 2.700 a.C. foi inventado um instrumento musical denominado "cheng". Ele foi o precursor do acordeão ou sanfona, como é popularmente conhecido no Brasil.
O som do acordeão é criado quando o ar passa por entre duas palhetas, que vibram mais grave ou agudo. Quanto mais forte o ar é forçado para as palhetas, mais intenso é o som.

Tradicionalmente no Brasil, o acordeão é um instrumento importante nas músicas sertanejas e caipiras, e nos traz a lembrança do saudoso Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.



Luiz Gonzaga sempre tocava o acordeão em suas apresentações, acompanhado da zabumba e do triângulo.

Fonte: Wikipedia, a enciclopédia livre
Para saber mais sobre o acordeão, clique aqui.
Para saber sobre a vida de Luiz Gonzaga, clique aqui.

Sempre é bom saber sobre os instrumentos musicais e os grandes músicos, não é?
Afinal, eles produzem sons encantadores e até mesmo mágicos, que nos enviam a
pensamentos distantes e a momentos de paz e alegria.

Amiguinho, até a próxima postagem.
Fique com Deus.

Paulo Alves

domingo, 9 de dezembro de 2012

TURMA DO GUARANÁ E O RESGATE DAS ESTRELAS DE NATAL


Olá, querido leitor.

Nesta manhã de domingo,
resgato das antigas postagens, um lindo conto de Natal com a Turma do Guaraná.

Em dezembro do ano passado,
o nosso blog estava apenas começando, e era pouco conhecido e divulgado,
mas, já naquele Natal, eu preparei uma historinha muito divertida, entitulada
"O RESGATE DAS ESTRELAS DE NATAL",
que se apresentou em 3 postagens,
e hoje eu trouxe na íntegra para você. Vamos ler...


   A TURMA DO GUARANÁ

 E O RESGATE DAS ESTRELAS DE NATAL 

Parte I

     Lindópolis, a cidade incrível, estava em festa por causa dos preparativos para o Natal. A Turma do Guaraná estava muito feliz, porque finalmente chegou o final do ano, e muitas surpresas estavam reservadas para eles. 
     Em Lindópolis, todas as árvores de Natal tinham uma estrela.  Porém, as estrelas de Lindópolis são diferentes das que conhecemos aqui, pois estas são estrelas anãs de verdade. São pequeninas e com luz própria, que é branca e brilhante. Sempre, alguns dias antes do Natal, elas aparecem caindo do céu no início da noite, e as pessoas as recolhem do chão. É um espetáculo de luz e alegria para os moradores.
     A turminha mora num bairro chamado Vila das Crianças. Um lugar lindo, onde tem uma praça divertida com muitos brinquedos.
     Num final de semana, as crianças reuniram-se na praça para montar
Uma árvore de Natal. Porém, era uma árvore de verdade. Um Pinheiro todo verdinho, cuja semente fora plantada num grande vaso, há uns dois anos atrás. Quantos enfeites foram colocados: bolas coloridas, feitas de vidro fininho e brilhante, grandes e pequenas, bengalinhas e sinos dourados, cuidadosamente amarrados com laços de fita cor de rosa por Paulinha. Passada  toda uma tarde,  estava tudo arrumado no pinheiro.
    - Ficou linda! – Disse a Paulinha.
   - Mas falta a estrela – Observou Bolacha. Guaraná revirou a sacola onde estavam os enfeites, mas nada encontrou. Onde estaria a estrela de Natal? Neste ano, nenhuma estrela sequer caira do céu. O que teria acontecido? Sem estrela para por no pinheiro, ficaram todos desapontados. Mas de repente, Claragema, a galinha sabida, num pulo só e batendo as asas, pousou no topo da árvore. 


     Guaraná se admirou, e compreendeu que sua amiguinha queria mesmo ser uma estrela, e esta era a chance. As crianças riram de Claragema, que fez pose de estrela, mas certamente, não ficaria ali por muito tempo, pois cansaria. 
     E agora? Este mistério precisava ser resolvido, pois as estrelas não poderiam mais demorar a chegar, porque o Natal estava próximo. Guaraná e seus amigos resolveram desvendar o mistério das estrelas anãs desaparecidas, e para isso, precisariam encontrar uma pista.
                                                                . . .


    parte II 


     A Turma do Guaraná estava curiosa em saber como desapareceram as estrelas de Natal. Todos os moradores de Líndópolis estava acostumados com as estrelas tão iluminadas e felizes sobre as árvores. Sua luz era tão forte que não podiam olhá-las diretamente, porque eram estrelas anãs de verdade, como o sol, porém eram frias e pequenas. Um dia há bilhões de anos atrás, já foram gigantes e quentes como ele.
       Quem andava pela cidade há alguns dias atrás, eram os irmãos Sem-vergonhas Dalvo e Valdo, lembrou Pirrixa. O que estes ladrões patifes estariam fazendo na pacata e encantadora Lindópolis?
       Pirrixa, Paulinha, Bolacha, Guaraná, e agora, a nova menina na cidade, a Tampinha, saíram no dia seguinte à procura de alguma pista que pudesse levá-los ao esconderijo de Dalvo e Valdo, porque estavam desconfiados deles.
       As crianças estavam caminhando próximas a Floresta Secreta, quando ouviram um ronco de motor. Um barulho horrível e ensurdecedor. Foram ver o que era, e observando de longe,viram uma enorme máquina com esteiras em vez de rodas atravessando a mata, em direção a Pedra da Mexerica. A turminha não poderia se aproximar muito, pois seria perigoso, mas viram a máquina, grande como um tanque de guerra, e produzia um som alto, parecido com a turbina de um avião. Na parte mais alta havia um grande tubo flexível, feito de aço, apontando para o céu. Após percorrer mais alguns metros, parou, e ali ficou.



A Turma do Guaraná, e todos os bichinhos da floresta olharam assustados
a Máquina Sugadora de Estrelas. 


       Já estava próximo de escurecer, quando novamente os motores foram ligados, e um grande som ecoou pela floresta. As crianças assistiam a tudo com medo, pois já sabiam quem estava no comando da máquina: Dalvo e Valdo.
       Voltaram para casa, pois nada mais poderiam fazer naquele início de noite. Bolacha, a menina cientista, baseada no que vira, concluiu que tratava-se de uma grande máquina sugadora. Mas por que estaria apontando para o céu? Após ter feito inúmeros cálculos matemáticos, e avaliado todos os livros de receita de bolo da sua avó, Bolacha concluiu que a máquina seria usada para aspirar as estrelas anãs que caíssem naquela noite. E assim foi. Caíram milhares de estrelas reluzentes, e todas foram sugadas e aprisionadas dentro da máquina sugadora de Dalvo e Valdo.
       Enquanto isso acontecia, a Turma do Guaraná dormia.
       Boa noite, amiguinhos. Descansem, porque amanhã, o dia será longo.
       Preparem-se para o resgate das estrelas de Natal.
. . .

     Parte III

       No dia seguinte, a Turma do Guaraná partiu em direção à Floresta Secreta para localizar o ponto exato onde foram escondidas as estrelas de Natal. Aproximando-se devagar, as crianças chegaram aonde foi vista a máquina sugadora na tarde anterior. A partir dali, deveriam seguir o rastro deixado pelas esteiras, e isso seria perigoso.
       A Floresta Secreta é habitada por seres que tomam conta das matas. O Urso Azul, é o guardião de lá. Ele tinha observado o que os homens maus vinham fazendo, e agora, com a ajuda das crianças, poderia libertar as estrelas de Natal.
       Aproximando-se da Turma do Guaraná, o Urso Azul se apresentou. Todos ficaram surpresos, e perguntaram como ele conseguia falar com as pessoas. O Urso Azul respondeu-lhes que somente as crianças poderiam conversar com ele e com os outros bichinhos da floresta, porque estas são puras de coração.
       Agora, que todos já estavam apresentados, seguiram o rastro das esteiras que os levaram a um grande depósito de lona improvisado no meio da mata. Chegando lá, Dalvo e Valdo tinham saído para a cidade a fim de negociar a venda das estrelas. É isso mesmo que você ouviu! Eles sequestraram as estrelas  para vender para Jaimer Cenário, um comerciante desonesto, muito conhecido em Lindópolis.
       Aproveitando que estavam sozinhos e próximos ao depósito, nossos amigos foram entrando numa sala grande e escura. Pirrixa observou uma luz fraquinha que vinha da fresta da porta em frente.
       - As estrelas estão ali - disse Pirrixa, apontando.
       Todos correram em direção à sala, mas a porta estava trancada. Foi então que o Urso Azul pediu que as crianças se afastassem, e com um golpe forte do seu pé, derrubou a porta.
       - Que forte! - exclamou Tampinha.
       - Aprendi com meus ancestrais que eram guerreiros - respondeu o urso.
     Com a porta aberta, muitas estrelas voaram rapidamente ganhando o céu, na direção da cidade.
       - Veja, aquela é a nossa estrela! - exclamou o Guaraná.
       - Como sabe? - perguntou Bolacha.
       E Guaraná lhe respondeu:
       - Ela piscou para mim.




        As estrelas voavam para todas as direções, e nossos amiguinhos saíram também. Quando chegaram lá fora foram surpreendidos pelos irmãos Dalvo e Valdo que estavam chegando, mas não puderam impedir a fuga. Era estrela voando para todas as direções. A Turma do Guaraná e o Urso Azul trataram de fugir também. Dalvo e Valdo bem que tentaram alcançá-los, porém não conseguiram. 
       O urso se despediu das crianças, e junto com os amigos da floresta destruiu a máquina sugadora e expulsou Dalvo e Valdo da floresta, para sempre.
       Já era final da tarde, e as crianças precisavam chegar em casa para tomar banho e se vestir para a noite de Natal. Passaram na praça, e lá estava a estrelinha no topo do pinheiro de Natal, brilhante e feliz.







     
        De noite, todas as casas estavam iluminadas com a luz das estrelas.
       Havia muitos presentes, e as mesas estavam fartas para comemorar o aniversário de Jesus.
       Aquela noite de Natal foi muito feliz para a Turma do Guaraná, para os bichinhos da Floresta Secreta e para todos de Lindópolis. 
       Feliz Natal!
     
    Fim

. . o . .


Amiguinho, até a próxima postagem, na terça.
Tenha um bom domingo.

Abraços do amigo,

Paulo Alves


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

GUARANÁ E PIRRIXA em: O DESBRAVADOR

Olá, amiguinho!

Estamos chegando na melhor época do ano, que é este período de Natal e Ano Novo.
Eu penso assim...

Daqui até o fim do mês as historinhas irão focar  o tema do Natal, esta data tão linda,
em que celebramos o nascimento de Jesus.

É chegada a hora de apresentar mais uma historinha com a Turma do Guaraná.



Melhor assim, porque não precisou derrubar uma árvore.

Já estou escrevendo o conto de Natal deste ano, que será uma historinha divertida e emocionante.

. . o . .

 A CAMISA DA TURMA DO GUARANÁ

Venho lhes informar que a camisa da Turma do Guaraná é um sucesso!

Dou graças ao bom Deus e a todas as pessoas que compram as camisas e dão de presente aos seus pequeninos, cujos olhinhos brilham de emoção.

Vale lembrar que a venda das camisas contribui para a manutenção deste site.
Para comemorar, lancei o "Fanzine da Turma do Guaraná", que é uma revistinha com 12 páginas, em preto e branco, com 10 historinhas e alguns passatempos, para a criançada curtir.



O fanzine é parte integrante do kit da camisa que já está à venda pelo site da Turma do Guaraná, ou pelo telefone do estúdio.


Daqui a mais alguns dias estarei disponibilizando a estampa em tecido de cor e mais duas estampas novas, com dois personagens diferentes.

Para comprar sua camisa, clique aqui.

Prossigo com coragem e fé em Deus, para manter as crianças da Turma do Guaraná vivas e felizes!

Até a próxima postagem, e tenha um bom fim de semana.

Abraços do amigo,




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

PIRRIXA E O BEZERRO DESMAMADO

Olá, amiguinho!

Seja bem-vindo!

Hoje, trago a terceira história com as crianças. Desta vez é uma aventura com o Pirrixa.



O BEZERRO DESMAMADO

       Pirrixa não imaginava que naquele dia iria acontecer algo tão legal e diferente.
       Quando ele voltava da escola, apareceu no caminho um velho, que carregava preso a uma corda um jovem bezerro. O velho caminhava bem devagar, e o bezerro parecia ser muito manso.
       Quando o velho aproximou-se de Pirrixa perguntou:
       - Menino, estou vendendo este bezerro. Não gostaria de ficar com ele?
      - Não posso, senhor. Não tenho bastante dinheiro para comprá-lo. Tenho apenas estas três moedas – respondeu Pirrixa.
       - Então, me dê as três moedas e pode levar o bezerro.
       Naquele instante, os olhos de Pirrixa brilharam. Ele ficou muito feliz, porque agora tinha seu próprio bezerro de estimação.
       Chegando a sua casa, que ficava num imenso quintal, conversou com os pais, que o deixaram ficar com o bezerro. Então Pirrixa, foi até a geladeira, pegou um pouco de leite e colocou numa velha mamadeira de Paulinha, e ofereceu ao bezerro. Ele mamou tudo.
       Paulinha adorou o bezerro, e decidiu dar umas voltas pelo quintal, montada no lombo do jovem animal. Claro, que Pirrixa ia segurando pela corda, para o caso do bezerro se assustar e sair em disparada. Deu tudo certo, e Paulinha se divertiu bastante.
      A noite chegou. Pirrixa deu a mamadeira ao bezerro e o deixou embaixo do coqueiro, que era baixo e tinha folhas largas o suficiente para protegê-lo do sereno. O coqueiro ficava perto do muro, que dava de frente para a rua. Pirrixa vendo que já era hora de dormir, entrou e foi deitar-se.

Este é o Pirrixa. Ele é um menino muito engraçado que adora andar de skate.

       De madrugada, por volta das duas horas, Pirrixa acordou com o barulho do bezerro, que mugia alto, como se estivesse chorando. Então, ele vestiu um agasalho e foi ao quintal, para ver o que estava acontecendo.
       Na rua, em frente de casa, havia uma vaca próxima do muro, que mugia muito alto, e o bezerro respondia do lado de dentro.
       Foi então, que Pirrixa entendeu que a vaca era a mãe do bezerro, e deveria ter passado o dia e a noite procurando pelo seu filhote.
       A vaca estava agitada porque queria de qualquer jeito entrar no quintal para pegar seu filho de volta. Se agitava e levantava as patas, como querendo pular o muro. Enquanto isso, o bezerro mugia e andava pra lá e pra cá, querendo achar a saída do quintal e ir de encontro a sua mãe.
       Vendo que se tratava de um reencontro entre mãe e filho, Pirrixa correu e abriu o portão, libertando o jovem bezerro desmamado, que correu para a sua mãe. Ela o encheu de carinho, lambendo-o da cabeça aos pés. Para comemorar o reencontro, o bezerro mamou, ali mesmo, o delicioso leitinho de sua mãe.
       Pirrixa ficou observando o encontro feliz dos bichinhos. Depois, fechou o portão e entrou, pois já ficara muito tempo no sereno.
       Ele foi deitar-se feliz, consciente de que fizera a coisa certa, soltando o bezerro para ir embora com sua mamãe.

FIM

Tenha uma ótima semana, e até sexta,
quando volto com uma HQ!

Abraços

Paulo Alves