TODA CRIANÇA GOSTA DE BRINCAR E DE LER.

SEJA BEM-VINDO AO SITE DE LEITURA DO CLUBINHO DO GUARANÁ. AQUI VOCÊ ENCONTRA HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, CONTOS, DESENHOS E MUITA DIVERSÃO!

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

FELIZ NATAL PRA TODOS!!

O CLUBINHO DO GUARANÁ DESEJA A TODOS

OS LEITORES E AMIGOS UM NATAL FELIZ,

E QUE O ANO NOVO SEJA REPLETO DE SAÚDE E DE REALIZAÇÕES.









quarta-feira, 30 de outubro de 2024

DESENHO ANIMADO COM O CLUBINHO DO GUARANÁ: "A CRIAÇÃO"


Já está pronto o novo desenho animado com o indiozinho Guaraná e já foi postado no Youtube.

Pessoal, podem ver e rever o quanto quiserem para apreciar os detalhes da animação, que durou 60 dias corridos para ficar pronta. 

Para o ano de 2025, o cartunista Paulo Alves, junto com o PAS ESTÚDIO CARTOONS, produzirá mais animações para alegrar os corações.

Vamos ao vídeo.

A CRIAÇÃO DO INDIOZINHO GUARANÁ




Pessoal, se inscrevam no canal, deem o joinha e compartilhem com todos os seus contatos para incentivar o canal do cartunista Paulo Alves.

Professoras, reúnam as crianças e façam uma amostra
do vídeo na TV para elas neste mês das crianças. 
Lembrando que todo o dia é delas.

 Com a sua ajuda, faremos mais animações para as crianças.

Espero que gostem.

Juntos, somos mais fortes.

Obrigado!


segunda-feira, 19 de agosto de 2024

O MEU OUVIDO NÃO É PENICO, COM GUARANÁ E PIRRIXA.

 Mais uma historia divertida com o Clubinho do Guaraná.


                                                                      Até a próxima HQ!



quinta-feira, 1 de agosto de 2024

O ANIVERSÁRIO DE PIRRIXA

 Sejam bem-vindos ao blog do Clubinho do Guaraná!

Este é um espaço dedicado à leitura, entretenimento e ao aprendizado.

Porque quem lê as historinhas do Guaraná aprende coisas interessantes que enriquecem o seu dia a dia.

Até a próxima história!





sexta-feira, 7 de junho de 2024

PAULINHA E TAMPINHA NO FANTÁSTICO MUNDO DA MOVELÂNDIA

      Olá, amiguinhos!
        Hoje apresento uma história inédita com o Clubinho do Guaraná

         O FANTÁSTICO MUNDO DA MOVELÂNDIA


       Paulinha e Tampinha assistiam TV sentadas no sofá, enquanto comiam pipoca, quando, de repente, uma pipoca caiu no buraco do sofá.

       — Ei! E agora, o que vamos fazer?! Como vamos pegar a pipoca?

       — Vou olhar aqui dentro.

       Mas eis que o imprevisível aconteceu. Quando a menina Tampinha olhou dentro do buraco ela foi sugada por ele. Sua amiga Paulinha ficou assustada e preocupada.

       — E agora? Se ela caiu, eu vou também.

       E Paulinha enfiou a cabeça no buraco do sofá para ver onde a amiga estava. Nisso, ela escorregou também. Lá dentro do sofá havia um mundo novo com muitos móveis como estantes, cadeiras, mesas e penteadeiras. Paulinha andava admirada, olhando para todos os lados, assustada, também olhava para trás, buscando a amiga Tampinha.


       Após ter andado pelos campos floridos e com muitos móveis que tinham vida, ela avistou uma penteadeira, daí foi sentar-se numa cadeira para pentear seus lindos cabelos. Após correr o pente em seus lindos cachos loiros, levou um susto, porque a cadeira começou a correr e dizia:

       — Agora não, menina! Vamos correr porque vai cair uma chuva daquelas!

       Então Paulinha pensou: “Mas como? Uma chuva dentro do sofá?” Foi então, que Paulinha olhou em sua volta e percebeu que estava em outra dimensão, em outro mundo. O fantástico mundo dos móveis: a Movelândia.

       Naquele instante, todos os móveis corriam pelos campos, procurando um abrigo da chuva. Lá longe havia um grande galpão, onde muitos móveis se abrigavam. Então, Paulinha disse:


       — Vou pra lá também, senão vou molhar o meu cabelo. Chegando lá, teve uma surpresa. Sabem quem ela encontrou? ... A amiga Tampinha. Ela estava muito ocupada conversando com uma mesa rodeada de cadeirinhas.

       — São os meus filhos — disse a mesa toda orgulhosa.

       Logo, se aproximou um mesão, destes grandões de reunião de empresas e perguntou?

       — Quem são estas meninas?

       — São visitantes — respondeu a mesa — Chegaram ainda a pouco. Por acaso caíram no buraco do sofá.

       — Como podemos voltar para casa? — Perguntou Tampinha.

       O mesão respondeu:

       — Procurem o sofá por onde vocês caíram, que poderão voltar.

       — Onde você estava? — perguntou a mesa à cadeirinha que acabara de chegar.

       — Quando vi a chuva se aproximando, vim correndo, mãe. Eu estava com a Dona Penteadeira no campo.

       A chuva estiou e o sol surgiu entre as nuvens. Então, Paulinha e Tampinha andaram de galpão em galpão procurando o sofá com o furo por onde caíram.

       Na Movelândia havia muitos galpões para os móveis se abrigarem da chuva, porque móveis e água não combinam.

       Durante a caminhada as meninas encontraram uma marcenaria, lugar onde elas sabiam que os móveis eram fabricados. Entrando lá, as meninas descobriram como os móveis nasciam. Elas entenderam que a marcenaria era uma maternidade. Aproximou-se delas uma mesa muito pequena, que entrou numa sala por uma porta e saiu pela outra já crescida, com o tampo maior e as pernas mais compridas. “A mesa cresceu” — concluíram as meninas.

       Seguindo sua caminhada, as meninas encontraram um galpão que tinha uma placa escrita: “RETIRO DOS MÓVEIS”.

       — Será que o nosso sofá está aqui de tão velho? — Perguntou Paulinha.

       — Só pode, pois estava tão acabado.

       E as meninas procuraram naquele galpão o velho sofá, e vinha em suas lembranças o tempo em que elas ficavam nele assistindo televisão, jogando cartinhas, tomando suco e comendo bolachas de aveia com mel. Muitas recordações de momentos felizes.

       De repente:

       — Olha ali o nosso sofá! — Gritou Paulinha.

       — Coitadinho. Está todo rasgado — observou Tampinha.

       Então o sofá disse:

       — Olá, meninas! Que bom que me encontraram. Vocês caíram no meu buraco e aqui estão. Como veem, estou bastante velho e se eu for para o cemitério dos móveis, vocês não poderão atravessar para a dimensão de Lindópolis.

       — E onde fica o cemitério dos móveis? — Paulinha perguntou.

       — Fica bem longe daqui, no lixão e no ferro-velho. Lá é o nosso fim...”Chuif, chuif!” — choramingou.



       — Vamos consertar ele, pobrezinho.

       Então, Paulinha pediu ajuda.

       — Cadeiras com rodinhas, venham aqui, por favor.

       E as cadeiras com rodinhas vieram rapidamente. As meninas convidaram também um grande cavalete para ajudar a colocar o sofá pesado em cima das cadeiras com rodinhas. Com muita pressa, elas empurraram o sofá até chegar no galpão restaurador, que era o hospital dos móveis. Então, as meninas lixaram todas as partes de madeira e passaram verniz com um pincel, caprichosamente. Depois, utilizando um pano umedecido com detergente, esfregaram em todo o couro do sofá para que ele ficasse limpinho e brilhoso.

       Agora, só faltava remendar o furo...

       — Não, meninas! Não podem remedar o furo agora.

       — Mas, porquê não? — perguntaram as meninas.

       — Porque se tamparem o furo, não conseguirão atravessar para a dimensão da sua casa.

       Epa! Pensaram as meninas: “Melhor deixar para depois”.

       Paulinha convidou a penteadeira para chegar mais perto, assim o Senhor sofá, agora todo elegante, pode se ver no espelho.

       — Meninas, como vocês são caprichosas! Fiquei novinho em folha!

       — Que bom, Senhor sofá! Agora está restaurado.

       Quem estava perto não se conteve e bateram palmas para o sofá, as meninas e para as cadeiras com rodinhas também, para não ficarem com ciúmes: IUHUUU!!! VIVA!!! CLAP,CLAP,CLAP!!

       — Agora, meninas, importante: para conseguir fazer a passagem para a sua dimensão, precisam preparar o mesmo cenário de quando foram tragadas pelo buraco — disse o sofá.

       Já estava tarde, e as meninas estavam desaparecidas de suas casas em Lindópolis. Então elas precisavam voltar logo, porque seus pais deveriam estar preocupados. Assim, Paulinha e Tampinha procuraram um rack com uma televisão, só que não havia energia nem poderia se ver nada — que peninha! Elas sentaram no sofá, olharam para a TV, conversaram, olharam para o buraco do sofá, Paulinha se aproximou dele, olhou bem de pertinho e PLIM! Sumiu. Depois foi a vez de Tampinha... PLOM! O velho sofá também sumiu de Movelândia. Todos os móveis e eletrodomésticos que presenciaram o fenômeno, se emocionaram e bateram palmas e gritaram: IP, IP, URRA! CLAP, CLAP, CLAP!!

       As meninas surgiram assim, de repente, no sofá de casa, com a TV ligada passando o desenho “As Aventuras de Guaraná e Pirrixa”.

       As meninas pularam do sofá e correram pela casa gritando:

       — Mamãe, mamãe! Queremos agulha e linha, por favor!

       — Vão costurar as roupas das bonecas?

       — Não, mamãe. Vamos costurar o buraco do sofá — respondeu Paulinha.

       E Dona Juju, olhando admirada, exclamou:

       — Mas que meninas mais prendadas!

 

FIM



segunda-feira, 13 de maio de 2024

Paulo Alves e o Clubinho do Guaraná na Gibizeira, evento da Ler para Valer.

     O cartunista Paulo Alves esteve presente nos cinco dias de evento da Gibizeira em Santa Cruz da Serra em Caxias. Na oportunidade, o artista expôs os seus gibis para venda e conversou com as crianças sobre a nova edição nº 7, cujo tema é "Aguas da Terra". A nova revista contará sobre a importância da água em nosso planeta e ensinará como preservar e cuidar das reservas naturais.




O cartunista e escritor Paulo Alves, o autor do Clubinho do Guaraná.

     Foram cinco dias na Ler pra Valer, um evento do governo do Estado do Rio de janeiro para as crianças da rede pública de ensino do estado. Os jovens aproveitaram ao máximo as atrações e compraram os livros que puderam. 


     Foram muitas as atrações com bandas de música, palestras, games, livrarias e claro, a Gibizeira, um espaço dedicado às histórias em quadrinhos de autores independentes.

Alguns dos autores que participaram desta Gibizeira.

Paulo Alves e o autor Mordred

Luiz Otávio publicou o seu primeiro livro ainda a pouco, aos 19 anos. 


A escritora Mirna ao lado do cartunista.



Eberton Ferreira, o autor da série Xamã.

Antonio, o autor do personagem Gato Burguer, o gato comilão.


Paulo, Yuri e os amigos escritores na Gibizeira 2024, em Caxias.


A tenda da Gibizeira.



O espaço da Ler foi muito grande.



O Espaço do Autor contava com ar-condicionado, mesas estilosas, petiscos, café e água gelada. 
Um oásis para os artistas.

   O evento foi muito bem organizado e contava com espaço para lanches, água gelada para os visitantes e banheiros limpinhos. Tudo show!!

O Clubinho do Guaraná deixou a sua marca em Caxias e agora, muitas crianças podem ler e se divertir com os gibis CG.

CLUBINHO DO GUARANÁ, AMIGOS PARA SEMPRE.


quarta-feira, 1 de maio de 2024

Encontro Literário com oficinas de desenho com Paulo Alves e o Clubinho do Guaraná no Educandário Gonçalves de Araújo, RJ

 Aconteceu o encontro com os alunos do Educandário Gonçalves de Araújo em São Cristóvão, RJ, no dia 25 de abril, quando Paulo Alves realizou uma oficina de desenho e doou os gibis do Guaraná.

Para ter a visita de Paulo Alves em sua escola ou evento, 

envie mensagem para 21 98639-4136, em todo o Grande Rio.


Paulo Alves em oficina de desenho no Educandário Gonçalves de Araújo,  em São Cristóvão, Rio, RJ


As crianças desenharam o personagem predileto delas, o indiozinho Guaraná, junto com Paulo Alves, que ensinou o passo a passo enquanto contava uma história divertida.



No fim da oficina as crianças receberam a sexta edição do gibi do Guaraná -  Folclore. Foi muita alegria junta, pessoal!


Encerrando a atividade, as crianças tiraram fotos com o artista, cada uma exibindo o seu desenho para publicar nas redes sociais depois.



Parabéns à direção e a toda a equipe, por tão excelente organização, que prepara tão bem as crianças.



"É tão bom estar em companhia de crianças tão educadas" - comentou Paulo Alves à diretora Gleice.




Foi um encontro memorável!

Paulo Alves agradeceu a equipe pela oportunidade e 

espera ser convidado novamente.


Para ter a visita de Paulo Alves em sua escola ou evento, 

envie mensagem para 21 98639-4136, em todo o Grande Rio.

Para comprar os gibis, envie mensagem.

Entregas para todo o Brasil

Siga a gente @clubinhodoguarana

segunda-feira, 25 de março de 2024

A SÉRIE BRINCADEIRAS DE CRIANÇA - BRINCANDO COM O PIÃO

 


A Tampinha conforme fora criada 
                             em novembro de 2011.

O PIÃO é uma das brincadeiras de criança mais antigas. Já existia há 4.000 anos, tanto que pinturas antigas mostram desenhos de pião. No passado alguns foram feitos de argila, mas os artesões preferem  usar madeira resistente com uma ponta de metal na base.

Para girar o pião é muito simples, basta enrolar a cordinha nele, dando várias voltas, deixando sobrar apenas um pedacinho pra segurar entre os dedos. Depois, jogue o pião no chão, mas segure a cordinha, assim ele gira no chão por muitos segundos. É muito bonito ver o pião girar.

De ponta a Ponta | Roda pião! Seu Benílson fabrica o brinquedo que ...

Existem vários jogos com os piões, com diferentes níveis de dificuldade. Um deles é assim:

Após lançar o pião, pegue a cordinha e ponha por baixo do pião, puxe para cima e o apare com a mão. Ele ficará girando na sua mão por muito tempo. É um desafio, não é fácil.

Agenda Infantil: Programação de Brasília - Aprenda brincadeiras do ...

Para jogar o pião com sucesso é necessário muito treino.

Existe até gente que inventou um pião gigantesco e transformou em meio de transporte,

como nesta história de Guaraná e Pirrixa: "BRINCADEIRA DE PIÃO"

Turma do Guaraná: GUARANÁ E PIRRIXA em BRINCADEIRA DE PIÃO

Então... Arrume um pião e mande ver!

Agora, uma historia novinha com a Tampinha

O PIÃO ENCANTADO DE GOYA

     Tampinha estava em seu quintal brincando com um pião que ganhara de Goya, a bruxa boazinha. Goya lhe disse que aquele pião fora feito da madeira do galho da árvore mais antiga da floresta. Também lhe disse que ela poderia lançar o pião por uma grande causa, e uma mágica aconteceria. Então, Tampinha lembrou que próximo a sua casa havia um riacho que se encontrava em situação degradada, muito poluído, com lixo e sacolas plásticas.

     Então, ela enrolou a cordinha no pião e o atirou no chão às margens do rio. Ela ficou surpresa ao ver que na trajetória do pião, o lixo saía da água, girava no ar e virava pó, sumindo. O pião continuou girando sobre a água, revirando todo o fundo, tirando todo o lixo. Agora, voltando, a água clareava cada vez mais. Atrás do pião, os peixinhos pulavam, as pererecas pulavam, e os grilos também, de alegria, como se estivessem festejando a volta da vida ao riacho. Enquanto isso o pião deu meia volta e circundou a margem esquerda do riacho, depois a margem direita. Atrás do pião a vida ia surgindo, os matinhos nasciam, as flores brotavam celebrando a limpeza do riacho. Tudo ali foi restaurando pelo pião encantado.

     O riacho, cujas águas eram fétidas em sem vida, agora estava limpa e transparente, e das margens emanava o perfume da natureza...

A Tampinha como é desenhada hoje.

“PUFF!”

     Tampinha acordou de um sonho. Assustada, a menina correu até o fundo do quintal de sua casa. E observou o riacho que lá corria, cujas águas eram límpidas e a vida era abundante: caranguejos, lagostins, peixes e pererecas ali viviam felizes.

     — Ainda bem que meu papai tem consciência ecológica. Que riacho lindo! — exclamou.

     O pai de Tampinha não lançava o esgoto no riacho, mas tratava, usando fossa asséptica, filtro e sumidouro. Quanto ao lixo produzido na casa de Tampinha, é separado por tipo: papel, plástico e restos de alimentos, depois o lixo é recolhido pelo serviço de coleta da prefeitura e depositado em lugar apropriado.

Tampinha contemplou o riacho, a natureza,

sentiu o perfume das flores e sorriu. 

FIM


DESENHOS PARA COLORIR



Professora, imprima os desenhos e distribua às crianças para colorir.

segunda-feira, 18 de março de 2024

SÉRIE BRINCADEIRA DE CRIANÇAS - A RODA DE CAPIM

 A RODA DE CAPIM

    Para esta brincadeira simples, é necessário encontrar materiais na natureza: um fio de capim comprido, um espinho de cacto e muito vento. Enrola-se o capim formando uma roda, e espeta-se com o espinho para prender. Depois, solta-se a roda de capim ao vento, que o empurrará, enquanto você e seus amigos correm atrás dela para ver até onde ele vai. Cada criança terá uma roda de capim. A roda lançada que for mais longe, é a vencedora.

A RODA CORREDORA

     Pirrixa e Guaraná cansaram de jogar no computador, e assim foram brincar lá fora. Eles moram em um lugar lindo, onde as casas têm quintal grande e lá fora as ruas são largas e de chão de areia. Poucos carros passam por lá, por isso a rua deles é muito tranquila. De um lado da rua tem capim alto e do outro tem cactos espinhosos. Então, Guaraná teve uma ideia brilhante.

     ― Está ventando um bocado. Vamos brincar de roda de capim?

     ― Não. Prefiro soltar pipa.

     ― Depois. Agora vou te ensinar uma brincadeira mais divertida.

     Então, Guaraná pegou um capim bem comprido, enrolou e espetou com um espinho do cacto, depois, soltou ao vento.

     ― E cadê a brincadeira? ― Pirrixa perguntou.


     ­― Ora, a brincadeira é correr atrás da roda de capim e ver o quanto mais longe ela chega.

     ― Mas eu prefiro soltar pipa, que voa alto.

     Mas, como a roda começou a rolar com o vento, os meninos correram atrás dela. Correram, correram e só pararam quando a roda passou pelo cercado e parou embaixo de uma vaca que dava de mamar ao seu bezerrinho.

     ― Vamos pegar ― disse Guaraná.

     Os meninos passaram por baixo do arame farpado e se aproximaram da vaca para pegar a roda de capim. A vaca não gostou dos meninos que pegaram a roda no meio das suas pernas , incomodando seu bezerrinho que ali mamava. Então, ela deu uma cabeçada nos dois meninos que voaram alto, com roda e tudo.

     ― Guaraná, pensando bem, esta brincadeira é bastante emocionante. A gente até voa.

     Com a cabeçada da vaca, os meninos voaram e foram parar lá do outro lado da cerca.

          CATAPLOFT! Os meninos se estabacaram no chão.

FIM



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quarta-feira, 6 de março de 2024

BRINCADEIRAS DE CRIANÇA - SOLTANDO AS PIPAS NO AR

  Olá, amigos leitores!

  Apresento mais uma história da série "Brincadeiras de criança".

A PIPA

   Originária da China, há aproximadamente 3.000 anos, era utilizada nas religiões, como sentinela nas guerras, alertando a proximidade do inimigo e como entretenimento, claro.

   Na ciência, foi utilizada por Benjamim Franklin, que prendeu uma chave na linha da pipa, empinando-a em um dia de tempestade. Esta recebeu uma descarga elétrica das nuvens, comprovando, assim, a existência da eletricidade.

A pipa mais tradicional, como a conhecemos por aqui no Rio de Janeiro.

   Empinar pipas, além de ser muito divertido é considerado um esporte. Porém nunca adicione cerol nas linhas , pois torna-se um grande perigo. A linha com cerol em contato com as pessoas, pode causar cortes perigosos e mortais.

   Cerol: pequenos caquinhos de vidro juntos com cola e passados na linha da pipa. Uma receita perigosa. NÃO UTILIZE CEROL!

   Dependendo da região, as pipas têm outros nomes.

Amazonas: cangula, curica; Ceará: barril, estrela; São Paulo: rainha, quadrado;

Rio de Janeiro: cafifa, pião; Maranhão: Jamanta.

   As pipas são feitas com varetas de bambu, amarradas com linha 10 e papel de seda, colado cuidadosamente.

    Então, agora que já conhece a pipa, peça uma pro seu pai. Depois, em um dia ensolarado e com bastante vento, vá a um lugar descampado e divirta-se muito.

   Mas lembre-se: se afaste dos fios de eletricidade e não utilize cerol.

Agora, uma historinha.

A PIPA ELETRIZANTE

  Em lindópolis ventava bastante. Pirrixa e Guaraná gostavam muito de soltar pipas, então este era o momento ideal.

   — Agora, sim! Está ótimo para soltarmos pipa — disse Pirrixa todo contente.

  — Mas está nublado, com muitas nuvens de tempestade. É melhor jogarmos bolinhas de gude no terreiro — chão de terra batida, livre de mato, pedras e tudo mais que possa atrapalhar o rolar das bolinhas de gude.

   — Não! Eu prefiro soltar pipa!­ ­— Insistiu o Pirrixa.

   Aconteceu que era um dia nublado e armava uma tempestade. Quando Pirrixa soltava a pipa, veio do céu uma descarga elétrica que atingiu a pipa e desceu até o menino. Pirrixa ficou queimadinho e soltando uma fumacinha.

    Guaraná estava sozinho jogando as bolinhas de gude, quando Pirrixa apareceu e disse:

    — É melhor jogar bolinhas de gude mesmo.

   Guaraná levou um baita susto!

Obrigado pela sua presença aqui.

Faço os desenhos e as historinhas com carinho para vocês.

Abraço.